Categoria: Hardware

 

FPGA uma Super Solução em Retro computação

FPGA uma Super Solução em Retro computação

 

Esse artigo é para dividir com vocês a fantástica solução denominada FPGA, esse artigo não tratará dos detalhes da tecnologia empregada, mesmo porque o assunto é vasto e merece que se aprofunde para compreende-lo melhor. Mesmo assim, no final do artigo deixei uma lista de referência para quem quiser entender melhor os detalhes dessa tecnologia. A idéia aqui é reunir o que existe no mundo da Retro computação sobre os consoles implementados sob FPGA.

 

O que é FPGA

 

Um FPGA (Field Programmable Gate Array, em português Arranjo de Portas Programável em Campo) é um circuito integrado projetado para ser configurado por um consumidor ou projetista após a fabricação – de onde advém “programável em campo”. A grande maioria dos chips que encontramos em nosso dia-a-dia, circuitos que acompanham as televisões, celulares, etc., já vêm todos pré-programados, isto é, com as suas funcionalidades todas definidas no ato de fabricação. Surgiu então uma categoria nova de hardware reconfigurável, o qual têm as suas funcionalidades definidas exclusivamente pelos usuários e não pelos fabricantes.

Traduzindo a grosso modo, é um chip no qual se pode programar  circuitos lógicos inteiros dentro dele.

 

O que dá para fazer com isso:

Muita coisa,  mas quero manter o foco dentro do que estamos falando, porque muita coisa é muita coisa mesmo.

 

FPGA no mundo Retrô

Algumas pessoas entenderam que se poderia implementar uma máquina (computadores ou video games) inteira dentro de um FPGA. Assim surgiram as implementações mais fantásticas que já vi.

Alguns podem dizer “mas já existem excelentes emuladores que fazem isso”. Verdade mas, venhamos e convenhamos, os emuladores por melhores que sejam não dão aquela nostalgia de um console real. Mas as implementações sob um FPGA dão. Inclusive se parece muito com a máquina verdadeira. Algumas vezes até melhor, pois os projetistas colocam tudo que a máquina tem direito (mais  RAM, mais velocidade, mais compatibilidade, etc.)

Sem mais delongas vou listar alguns projetos que considero um “show” de implementação:

 

 

FPGA NES – Um projeto que clona o Nintendo Entertainment System

 

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ATARI 2600 – Um projeto que clona o console do Atari

 

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ZBC (Zero Board Computer)Um projeto que implementa um PC-XT

 

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OCM (One Chip MSX)Um clone do MSX

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Zemmix Neo – Outro clone do MSX

 

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MISTum Clone de Vários Consoles

 

 

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Máquinas suportadas pelo MIST:

  • ST/STE (alos on SCART 15KHz)

  • Amiga 500/600/1200 ( AGA CORE BETA core)

  • C64 (partially – still developed)

  • Atari 8bit ( 96%)

  • Collecovision

  • ZX81

  • Atari 2600

  • ZX Spectrum with AY, aslo with DIVMMC and ESXDOS

  • SEGA GENESIS

  • Apple

  • MSX

  • AMSTRAD CPC (BETA)

 

ZX-UNO – um Clone do ZX Spectrum do tamanho de um raspberry

 

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É isso pessoal, acho que tem uma lista bem bacana para brincar. Essas máquinas realmente são um sonho de consumo.

 

Referências:

http://www.embarcados.com.br/armefpga/

http://www.embarcados.com.br/fpgas-substituindo-microcontroladores-simples/

http://www.ni.com/white-paper/6984/pt/

 

FPGA uma Super Solução em Retro computação

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Análise Adaptador de Disquete – FlashPath Floppy Disk Adapter

Análise Adaptador de Disquete – FlashPath Floppy Disk Adapter  

– Essa semana estive olhando um adaptador de disquete e fiquei curioso sobre seu funcionamento. Vi que ele poderia substituir um disquete normal de 3 1/2″ porém usando um cartão SD.

O adaptador em questão é do tipo abaixo:

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Análise Adaptador de Disquete – FlashPath Floppy Disk Adapter

Achei que poderia ser mais uma solução para trocarmos arquivos entre as máquinas antigas. E interfaces entre diferentes máquinas são sempre bem-vindas ao mundo de retro computação.

O que é:

FlashPath (FlashPath Floppy Disk Adapter) é uma série de dispositivos produzidos pela SmartDisk que permite o uso de  memory cards no drive de 3.5″. A primeira versão desse dispositivo foi introduzida no mercado em Maio de 1998 usando cartões  SmartMedia . Mais tarde foram produzidos flashpath para outros tipos de cartões:  Memory Stick e Secure Digital/Multi Media Card (SD/MMC).

O Uso:

Bom quando chegou minha compra já fui desempacotando o bixinho, que vem em uma embalagem bliss. Veio também um CD, duas baterias CR-2016 e um folheto de instruções (que não diz absolutamente nada, a não ser como colocar as baterias).

flashpath floppy adaptar disk
Análise Adaptador de Disquete – FlashPath Floppy Disk Adapter

A primeira coisa que chamou minha atenção era o CD. Se tem CD tem driver, se tem driver, não dá para usar em qualquer máquina. Dito e feito, a principal desvantagem nesse dispositivo é que já é um dispositivo retrô e os drivers foram escritos principalmente para Windows 95, Windows 98, Windows 2000 e NT4. Pelas minhas pesquisas alguns funcionam até mesmo no Windows ME. Windows XP para frente esquece. Ah! também funciona no MAC mas nas versões 8 e 9 e apenas para leitura (que chato).

Antes que você tenha o impulso de entrar nesse site da JVC que está na foto esquece, o link já era. Mas a parte boa é que encontrei o novo link é esse aqui

Mesmo assim para o propósito de retro computação vai servir.

O segundo problema que tive e que achei mais grave, foi achar um cartão SD que fosse compatível. Note que esse modelo da foto ai em cima não vem com cartão para usar.

Pelo manual, os cartões compatíveis são:

Security Disk (SD):  2MB, 4MB, 8MB, 16MB, 32MB, 64MB

MultiMediaCard (MMC): 2MB, 4MB, 8MB, 16MB, 32MB

Putz, onde eu vou achar esses cartões. Até procurei, mas não rolou. Dei uma olhada nos cartões que tinha e achei um de 512MB que uso nas minhas máquinas (detalhe importante, NÃO é um cartão do tipo HC) antigas, pensei, é esse mesmo.

Então coloquei as duas baterias que precisava, coloquei o cartão SD, instalei o driver para Windows 98 (que foi o sistema que testei) e fui para máquina colocar o adaptador de disquete.

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Análise Adaptador de Disquete – FlashPath Floppy Disk Adapter
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Análise Adaptador de Disquete – FlashPath Floppy Disk Adapter

Entrei no meu computador, cliquei no drive de 3.5″ e ………   nada. Não funcionou.

Que saco, vamos conferir tudo, bateria (com multímetro para ver se tinha carga), instalação do driver (dando um boot para garantir) e fazendo uma limpeza na cabeça de leitura do drive com um disquete de limpeza e álcool isopropílico (se você não tem esse disquete, veja esse artigo).

Pronto, coloquei no computador e…. nada. Não funcionou novamente.

Putz, só restava o cartão SD. Coloquei no meu notebook e estava lendo normalmente.

E agora?

Fui dormir…. depois de uns dias, fiquei procurando esses cartões pequenos 8mb, 16mb, 64 mb, desisti.

Foi ai que tive a brilhante idéia, podia particionar o cartão de 512mb que tinha, vai que não aceita tamanho tão grandes. Peguei o cartão, coloquei no notebook, entrei o gerenciador de discos do Windows e não dava para criar partições, não habilitava a opção de diminuir volume do disco.

Nesse ponto, pensei, preciso encontrar um software para particionar pendrives, mas antes vou formatar esse cartão lazarento. No próprio gerenciador de discos, cliquei com o botão direito sobre o cartão. Escolhi formatar como FAT.

Resolvi testar novamente e…… FUNCIONOU.

Durante os testes de leitura e gravação, achei meio lento, mas a idéia aqui não é performance, mas sim portabilidade para armazenamento e nesse quesito funciona perfeitamente. É meio lento, mas satisfatório.

Outro ponto, na especificação que se encontra acima no link para download do drive, o texto diz que funciona em Windows com versão superior ao SE, pois esses sistemas não precisariam de drivers de instalação. Fiz um teste com o Windows 10 e com uma unidade de disquete externa USB, não funcionou. Pode ser que se for uma unidade interna de disquete funcione, mas  para testar isso, eu precisaria de um desktop com um drive de 3.5″ instalado e com o Windows mais atual. Infelizmente não tenho uma máquina com essa configuração para testes.

Testei cartões do tipo SDHC e não funcionou, mesmo fazendo uma partição menor. Por exemplo, peguei um cartão SD de 8 GB e criei somente uma partição de  512 MB formatado com FAT (FAT16). Mesmo assim não funciona.

Abaixo segue algumas imagens do interior do Adaptador de Disquetes para conhecimento:

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Análise Adaptador de Disquete – FlashPath Floppy Disk Adapter
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Análise Adaptador de Disquete – FlashPath Floppy Disk Adapter
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Análise Adaptador de Disquete – FlashPath Floppy Disk Adapter
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Análise Adaptador de Disquete – FlashPath Floppy Disk Adapter
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Análise Adaptador de Disquete – FlashPath Floppy Disk Adapter
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Análise Adaptador de Disquete – FlashPath Floppy Disk Adapter

Segue abaixo o conteúdo do CD de instalação, contendo os drivers e manuais do adaptador:

Instalação do Floppy Disk Adapter

Por enquanto é isso.

Análise Adaptador de Disquete – FlashPath Floppy Disk Adapter

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Modernizando com Monitor LCD no PC-XT

Modernizando com Monitor LCD no PC-XT 

 

Muita gente quer montar seu PC-XT para curtir a nostalgia de rodar um Lotus 1-2-3 ou um Wordstar nos tempos atuais. Porém para matar essa saudade sempre nos deparamos alguns obstáculos no caminho.

O primeiro é encontrar um PC-XT real (nada contra emuladores, pelo contrário, são no mínimo excepcionais). As vezes conseguimos a máquina, mas os periféricos adequados como teclados e monitores já são outra história.

Para ajudar nessa busca vai a dica de um monitor que vai funcionar na sua placa CGA com aquela saída DB-9 (9 pinos) que seu XT tem.

O monitor em questão é esse ai:

monitor positivo smile light 563

Monitor Lcd 15.6 Positivo Smile Light 563

 

Especificações Técnicas

Marca: Positivo

Modelo: 563

Tela: 15.6 Polegadas

Tipo: LCD Widescreen

Brilho: 200cd/m²

Contraste: 500:1

Tempo de resposta: 16ms

Dimensão Aproximada: 418 x 348 x 180mm

Resolução Máxima: 1360×768 @60hz

Modos de resolução: VGA 640×350 (70Hz)VGA 720×400 (70Hz)
VGA 640×480 (60/72/75Hz)SVGA 800×600 (60/72/75Hz) 
XGA 1024×768 (60/70/75Hz)SXGA 1360×768 (60Hz)

Número de Cores: 16,7 milhões

Frequência de varredura: Horizontal: 30 – 60 kHz / Vertical: 56 – 75 Hz

Ajuste OSD: Ajuste de posição(H/V) Brilho, contraste, fase, clock, volume,
autoajuste, nitidez, OSD

Consumo: 9W (ligado) 1,3W (standby)

Entrada VGA: 15 pinos fêmea

Esse monitor, ainda, bem fácil de se encontrar.

O LCD dele é widescreen e, sinceramente em minha opinião, não atrapalha nem um pouco na visualização.

O monitor já está apresentado a vocês, porém para que ele possa funcionar adequadamente no XT temos que construir um cabo adaptando a saída DB-9 da placa CGA do XT para o conector DB-15 no monitor.

Para construir o cabo você vai precisar de:

  • 1 conector com capa DB-9 MACHO

  • 1 conector com capa DB-15 FEMEA (por ser fêmea vai permitir que se possa conectar no cabo de monitor)

  • 30 cm de cabo manga com pelo menos 7 vias ( 7 fios ou mais )

  • (ferro de solda, solda, alicate, etc.)

A ligação entre os pinos dos dois conectores deve ser feita conforme o esquema abaixo:

AV1-DB9-HD15-DiagramR

CGA-VGA-AdapterR

É importante ressaltar que alguns adaptadores no mercado NÃO são compatíveis  para o que pretendemos, um deles está na figura abaixo:

CGA-VGA-Adapter-Wrong-Connect

Note que as ligações do adaptador acima são diferentes e portanto NÃO irá funcionar conforme desejamos.

Bom, é isso ai. Abaixo segue as fotos do nosso adaptador funcionando no monitor Positivo 563 com o PC-XT.

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Modernizando com Monitor LCD no PC-XT

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Lista de Interfaces e Dispositivos para MSX

Lista de Interfaces e Dispositivos para MSX

 

Segue para referência uma longa lista de periféricos e projetos não comerciais desenvolvidos para o MSX. Trata-se de uma lista de interfaces e dispositivos para MSX.

A lista é viva, visto que ainda temos vários esforços de novos dispositivos e que ainda estão sendo desenvolvidos para a plataforma.

 

 

V9990 Power Graph

Tecnobytes

Unknown
OPL4 Shock wave

Tecnobytes

produto_Foto1_6200253
Obsonet Ethernet Card

Tecnobytes

obsonet_msx_ethernet_cartridge
FM Stereo Sound Card

Tecnobytes

produto_Foto1_6456743
ATA IDE com Memory Mapper 512kb

Tecnobytes

produto_foto1_6200252
MSX Serial Card RS 232

ASCII

ASCII_MSX-Serial232_2
 MoonSound

Sunrise

3177j3c
 OPL4 Sound Card

Dalsori

3177j3c
Midi Interface

Painkilla

 msxmidi1
Interface IDE sem Mapper

Tecnobytes

ATA IDE - REDUZIDA
Interface IDE sem Mapper Ademir Carchano

ACVS

carchano_ide
Nowind – Interface USB MSX/PC

Nowind

nowindc

NEOS – MA-20(V)

MSX Version Up Adapter (MSX1 to MSX2), cartridge containing MSX VIDEO V-9938, Video RAM (VRAM) 128kB, RF output, CVBS output, Analog RGB output

NEOS

 Neos_MA-20_Version_Up_Adapter_1
Video Card GFX9000

Sunrise

GFX9000_3

Interface RS232

Repro Factory

SONY DSC
Interface IDE BEER

Repro Factory

beer-ide
Expansor de Slots

Repro Factory

expander-4x-
Expansor de Slots

Supersoniqs

_mg_5775_small
Cartucho FM sem saída de som

Repro Factory

fm-paq-lite-with-audio-out
Cartucho FM com saída de som

Repro Factory

fm-paq-lite-with-audio-out=2
Cartucho de Memória Flash para gravação de jogos

Repro Factory

kob-mapper
 Universal Memory Mapper for MSX, MSX2, MSX2+, Turbo-R 1024K Memory Expansion with SN76489AN Sound chip

Repro Factory

 musical-memory-mapper
 SD Card drive with CONVOX – For MSX. Mass storage device

Repro Factory

 sd-cartridge-sd-drive
Memory expansion for MSX1, MSX2, MSX2+ and Turbo-R

Repro Factory

msx-memory-mapper-expansion
Cartão de 80 Colunas

Microsol

 carto-80-colunas-microsol-vmx-80-msx-cp-tk-927011-MLB20470381591_112015-F
Interface de Drive (floppy disk) DDX

DDX

 msx-cartucho-interface-ddx-para-drive-35-ou-514-615011-MLB20452157446_102015-F
 Mini Expansor de Slots

ACVS

 cartucho-para-msx-mini-expandor-de-slots-muito-novo--555211-MLB20503762339_112015-F
 Interface para Cartões SD Card com Megaram e/ou Mapper de 512 kb

Fabio Belavenuto / Luciano Sturaro

 cartucho-msx-sd-mapper-megaram-512k-msx-1-2-2-e-turbo-r-903111-MLB20480504291_112015-F
Interface RS 232

Cibertron

interface-rs232-p-computador-msx-cirando-videotexto-14053-MLB2910383322_072012-O
Interface Light Pen

Sanyo

e09f90f8
TM-2 Multi Modem

Gradiente

modem_tm2
Modem FS-CM1

Panasonic

Panasonic_FS-CM1_modem_cartridge_8
Papel Graphic TP-7

Casio

Casio_TP-7_Graphic_Panel_with_box
Video mixing tablet

Pioneer

 DSCF9677
PX-TB7

Graphic tabletPionner

 pioneer_px7_px-tb7_1
Panasonic FS-IFA1 & FW-RSU1W

Scanner/Printer interfacePanasonic

 msx_FS-IFA1_FW-RSU1W
Ethernet Card DenYoNet

Sunrise

 P1010801
USB Game Reader

Sunrise

 Sunrise-MSX-Game-Reader-
Bee Card Adapter

Hudson Soft

DSCN2813
SCSI Interface Cartridge

HSH

 HSH_SCSI-interface_version_1_front
MIDI Interface Cartridge

BIT

 Mu-pack_frontside
MSX AUDIO FS-CA1

Panasonic

 RIMG0236
Cartridge MSX-Audio HX-MU900

Toshiba

 Hxmu900
Cartridge MSX-Audio NMS-1205

Philips

 800px-Philips_Music_Module_NMS-1205
Playsoniq

Permite Jogar Jogos Sega Master System II no MSX

Supersoniqs

playsoniqnew31aug

FM Stereo Pak

Checkmark

800px-Checkmark_FM_Stereo_Pak

 Panasoft FM PAC SW-M004

Panasonic

 SW-M004_cartridge

MSX SVI-2000 Robotarm

Braço mecânico controlado pelo MSX via linguagem ROGO (similar ao LOGO)

QuickShot

msxsvi2000c

Elehobby – MOVIT2 KA-MV-9505 MSX Wizard

Um Robô programado pelo MSX via Cartucho

Elehobby

 img

 Expansor de Slots

Club Gouda

 slotexpander

 Midi Pac

Worp3

 midipac

 Interface para Teclado PS/2

Pardial

 keyboardinterfacekeyboardinterface2

 Memory Mapper 1 MB

MSX Computer Club Gouda

 1mbgouda1

 Interface de Floppy Disk 

Uma interface nova com um sistema otimizado e que de quebra ainda possui uma chave para fazer um swap entre os drives plugados nelas sem a necessidade de ficar trocando pelo cabo.

Daniel Ravazzi

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 MSX FPU

Essa placa promete preencher mais uma lacuna que faltava no MSX, o processamento matemático acelerado e separado para ganhar performance.

Mais um produto da Tecnobytes

MSXFPU_PUBLIC

Interface SD/Ethernet/RS232

A placa tem porta Ethernet, leitor de cartão SD e, como se não bastasse, serial RS-232!

Placa criada por Luis Fernando Luca.

interface-sd-luis-fernando-luca
Interface + modem Embracom 1200/75 

para VIDEOTEXTO e TELEGAME.
 interface-embracom

Interface para leitura Digital de Reprodutores de Fita Cassete

ORIONSOFT

leitor-fitas-msx

Interface Rookie Drive – Emula um disk drive via USB

Lendo arquivos .dsk e roms por pendrive etc… e executando

xavirompe

rookie drive

 DOUBLE RAM COM 4 MEGAS

Sensacional essa placa com nada mais nada menos que 4 Megas de memória Mapper ou 2 Megas de Megaram selecionáveis.

Mais um produto da Tecnobytes

DoubleRam_Front DoubleRAM_Top

 SLOT EXPANDER

Um expansor de slotes versátil.

Mais um produto da Tecnobytes

Detalhe led Expansor IMG_8166

HAL Laboratory Handy Scanner HIS-60

Mais informações MSX info Pages

Hal Laboratory

halscan1 halscan8

Sunrise MP3 player cartridge with 2 jack connectors: LINE OUT and AUX IN

Sunrise

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MSX SE-ONE MP3 PLAYER / FM TURNER

TMT LOGIC (PROJECT)

MSX-SHOP (SHOP)

SW-ONEB

Cartridge MSX PI (MSX Interface with Raspberry PI)

Ronivon Costa

msxpi-03

 Interface para Cartões SD Card com Megaram e/ou Mapper de 1Mb

Esse interface é um evolução da primeira, ela aceita configurar megaram e mapper simultâneas ou separadas ou em conjuntos com o cartão SD ou mesmo sem ele. Nota 10.

Fabio Belavenuto / Luciano Sturaro

Cartucho MSX com Disk Drive Embutido

O Sakhr FD720 é um cartucho que combina uma unidade
 de disquetes externa de 3,5" dupla face de 720kB

USB Mapper

Uma nova interface da Tecnobytes, agora suportando pendrives e

com velocidade extremamente rápida.

 Um produto da Tecnobytes

MA-20 BR

Nada menos nada mais do que uma cartucho que faz um MSX1 virar
um MSX 2. Trata-se de uma evolução da MA-20 anterior em que
antes existiam 2 cartuchos para a mesma função, agora com um 
único e bonito visual, diga-se de passagem.
Criação de Luis Fernando Luca.

TSXDUINO

É um cartucho para carregar arquivos extraídos de Fitas
Cassete (.CAS) para seu seu MSX.
Criação de Pablo Pablibiris

FDCEMU

É um cartucho que emula um floppy disk com cartão SD e
Ainda permite ligar um segundo drive via cabo flat.
Criação de 8bits4ever

WOZBLASTER

É um cartucho clone do cartucho Moonsound, mas com aprimoramentos 
como a inclusão de uma SD mapper de 1MB junto.

Criação de Pablo Pablibiris
Gravador de EPROM para MSX

Fabricante Blump

Expansor de Slots

 Fabricante Incompel

 

Lista de Interfaces e Dispositivos para MSX

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Emulador de Drive no PC-XT

Emulador de disquetes ou drives no PC-XT

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Durante um bom tempo, estive procurando uma forma de transferir arquivos do meu notebook para meu PC-XT de forma fácil. Então, depois de um tempo, percebi que não ia conseguir fazer isso no modo “plug and play”, ou seja de forma transparente, com o que eu tivesse à mão. Assim parti para estudar um pouco como fazer isso.

Tem várias formas para fazer essa empreitada:

  1. Transferência de arquivos via cabo por porta serial
  2. Colocar um drive de 3 1/2″ externo
  3. Usar o drive de 5 1/4″ (já nativos nos XTs)
  4. Usar um emulador de drive

Além dessas opções, existem outras, mas dentro do contexto que eu queria separei apenas essas. Dentre essas resolvi optar por colocar um emulador de drive (a opção 4), pois só ia precisar de um pendrive para fazer a cópia dos arquivos que baixei no meu notebook e colocar/instalar no XT. Além do mais, alguns programas vem em formatos  e imagens de instalação em forma de discos (360, 720, 1.2 e 1.44), para não ter que ficar extraindo, compondo, alterando os arquivos para depois instalar, o emulador de drive seria perfeito para essa compatibilidade.

Bom, a ideia é simples, mas a implementação disso nem tanto.

Primeiro tive que escolher um emulador de drive que servisse para o que eu queria. Dentre os vários modelos disponíveis no mercado resolvi escolher esse aqui:

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fig. 1: Emulador de Drive 1.44 mb Modelo Sfr1m44-u100k – Frente

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fig. 2: Emulador de Drive 1.44 mb Modelo Sfr1m44-u100k – Fundo


Escolhi esse porque além de ser fácil de achar, o preço é melhor, as pinagens de 34 vias para plugar o flat cable são padronizadas, a cor para combinar e o mais importante, ele aceita leitura/gravação de discos de alta densidade 1.44mb e os de menores capacidades também (1.2 mb, 720 kb e 360 kb).

No drive, a única configuração é o jumper para escolher entre drive A ou B, para isso basca fechar o jumper da posição DS0 ou DS1 respectivamente. Esse ponto não é critico nesse momento, pois durante os testes você poderá escolher entre um e outro, conforme a sua necessidade. Você pode baixar o manual aqui se precisar.

Bom, agora é plugar o cabo flat de 34 vias na controladora de disco e no emulador de drive, ligar a alimentação e pronto.


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fig. 3: Emulador de Drive já com os cabos de energia e dados


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fig. 4: Cabo Flat já conectado na controladora de discos


Ou quase pronto 🙂 foi o que eu pensei também. Mais a frente vamos ver o porque disso, antes vamos preparar o pendrive particionado com os discos para testarmos.

Agora é preparar um pendrive com as imagens de disco:

Para isso precisa baixar o software da IPCAS para formatar o pendrive em 100 partições (100 discos).

1. Passo: Após instalar o IPCAS, plugue seu pendrive. Se tudo estiver certo, vai aparecer somente os drives removíveis no software (exemplo abaixo drive F:)

tela1

fig. 5: Tela principal do IPCAS


2. Passo: Clique com o botão direito no drive F ou vá ao menu USB Flash Drive e escolha a opção Format. Na tela que aparece marque as opções conforme a tela abaixo:


tela2

fig. 6: Tela de formatação com as opções de densidade de 1.44mb e 100 discos


3. Passo: Clique em Begin to format


tela3

fig. 7: Tela do IPCAS formatando o pendrive


Passo 4: Depois de formatado, o software já criou 100 partições ou 100 disquetes para você usar conforme a figura abaixo:


tela4

fig. 8: Tela do IPCAS com pendrive já particionado e formatado com 100 discos


Note que todos foram formatados como 1.44 mb e estão vazios.

Agora vamos mudar apenas um deles com outro tamanho.

Clique com o botão direito na partição que você quer alterar e escolha a opção format (escolhi a primeira 000).

Configure a tela conforme visto na figura abaixo:


tela5

fig. 9: Tela para formatarmos apenas 1 discos


Depois de formatado olha como fica a partição 000.

Ficou com o tamanho de 720kb e com 19% utilizado, essa utilização foi porque ele criou os arquivos de sistema do DOS 6.22 (command.com, config.sys, io.sys), conforme escolhi na tela acima.


tela6

fig. 10:  Tela mostrando o resultado do disco 000 formatado com 720 kb e com 19% de utilização


Passo 5 e último: Para copiar arquivos nesses disquetes virtuais, bastar dar um duplo clique na partição que você quiser. Isso vai abrir a tela do explorer mostrando o conteúdo dessa partição. No exemplo abaixo cliquei na partição 009 que por sinal está vazia. Agora é só copiar os arquivos que desejar e pronto.


tela7

fig. 11: Tela com windows explorer com o disco 009 escolhido por nós para copiar nossos arquivos


Outra forma é clicar com o botão direito na partição que você desejar, escolher a opção Read e na tela que se abre escolha um arquivo de imagem de disco (.img) selecione e pronto. Isso vai gravar a imagem do disco prontinha na partição.


Bem legal né.


Continuando…..


Agora com nosso pendrive pronto e com o emulador plugado, vamos aos testes.

lembra quando falei que parece que estava tudo ok. Não estava, pois no primeiro DIR que dei no disquete apareceu isso ai ó.


erro no acesso ao drive a

fig. 12: Primeiro acesso ao drive A: depois de plugar tudo


Isso ocorreu pelo seguinte motivo, a controladora de discos original do PC-XT só acessa discos de 360kb ou 720kb. Mas eu criei várias partições no pendrive de 1.44mb. Então como fazer? Tenho uma boa e uma má notícia:

A má notícia é: Precisa substituir sua controladora de discos.

A boa notícia é: É mais fácil de se encontrar controladoras de PC-ATs do que as usadas em PC-XT

Substituí a controladora com uma que funciona em PC-ATs, como essa da foto ai embaixo:


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fig. 13: Placa controladora de discos para PC-AT 8 e 16 bits


Note que o barramento é suporta tanto 16 bits quanto 8 bits. Mas se o barramento do PC-XT é de 8 bits, como vai funcionar. Simples, se você verificar o barramento na placa ela está dividida como se fosse uma extensão da mesma, então você vai plugar apenas a parte da frente da placa, a parte de trás fica solta mesmo. Veja a foto abaixo:


IMG_0007

fig. 14: Placa controladora de discos plugada no barramento de 8 bits apenas


Essa placa tem várias vantagens, além de permitir que possamos plugar nosso drive de 1.44 (tanto o emulador de drive quanto um drive comum de 3,5), ela ainda nos disponibiliza conexões para porta serial, paralela e de joystick, além de um conector para HD sem ser esse maldito padrão MFM que vem nos PC-XTs (a conexão com o HD ainda não testei, se testaram podem comentar para ajudar outros).

Legal, agora sim já posso utilizar meu emulador de drives?

Ainda não, estamos quase lá, falta o pulo do gato 🙂

Acontece que a BIOS do PC-XT não suporta gerenciar os drives de alta densidade (1.44 mb) adequadamente. Putz, e agora?

Tudo tem solução menos a morte :).

Existe um software chamado 2M-XBIOS, ( pode ser baixado aqui )que pelo que etendi é uma extensão da BIOS do XT para tratar controladoras de discos, ou seja, adequa algumas características da mesma para suportar drives de alta densidade.

Resolvi experimentar.

 

Para usá-la, basta colocar a seguinte linha no seu CONFIG.SYS:

DEVICE=2M-XBIOS.EXE  A:4   B: 1  /13


Os parâmetros do drive A e B estão descritos na tabela abaixo

Tamanho Numero Observação
360K 1
1.2M 2
720K 3
1.44M 4
2.88M 5 Precisa de uma controladora que suporte ED (1 Mbits/s transfer rate)

No exemplo da linha do CONFIG.SYS estamos dizendo que o drive A suporta 1.44 mb e o drive B (normalmente o drive de 5,25 que já vem no XT) suporta 360kb.

 

Esse software só permite que se controle 2 drives, mesmo que o XT possa ter até 4 drives disponíveis. Mas falando sinceramente, 2 é mais do que suficiente para o que pretendemos.

Continuando…. agora basta reinicializar a máquina (sempre reinicie a quente, desliga mesmo a máquina para todos os seus testes) e a seguinte mensagem deverá aparecer durante o processo de boot.

 2M-XBIOS 1.3 installed on A:360K B:1.44M [INT 13h]


Agora sim, você já pode criar sua pasta no drive A, formatar, copiar ou o que sua imaginação inventar.


IMG_0013

fig. 15: Nosso emulador funcionando (detalhe, pedi para ler um disco formatado com 720kb)

 

Obs: Se precisar dar um boot por esse disco não vai funcionar, pois o arquivo 2M-XBIOS.EXE está no drive C e esse emulador de discos é de 1.44mb, então a controladora não vai trabalhar direito com ele, como explicado no artigo.

 

Atualização 21/08/2018:

Uma atualização que achei muito bacana. Hoje troquei esse drive acima por um de modelo SMUFSSV@1104. Esse modelo de drive da gotek funciona com várias outras densidades além de 1.44 Mb. Então para configurá-lo, retire todos os jumpers e só feche o J9 para funcionar em 1.44 Mb. Mais detalhes nesse arquivo: [download id=”1813″]. Um outro ponto, muito interessante e, que não tinha conhecimento é que ao invés de usar o 2M-XBIOS.EXE, é possivel usar a diretiva DRIVPARM  no arquivo CONFIG.SYS do MS-DOS, ele faz o mesmo papel de setar as configurações do drive e, diga-se de passagem, funciona muito bem. Basta colocar a linha DRIVPARM=/D:0 /F:7 dentro do arquivo CONFIG.SYS para setar o drive A: com 1.44 Mb. Mais detalhes sobre o funcionamento dessa diretiva nesse documento:

SOBRE A DIRETIVA DRIVPARAM

 

Fim da Atualização

Um detalhe que não está totalmente relacionado com nosso tutorial mas que quero registrar e que pode ser um salva vidas para muitos. Se você já tentou instalar um emulador de drive de 720kb por exemplo (muito utilizado em MSX), vai verificar que funciona parcialmente. Porquê? Faça o seguinte, vamos criar uma pasta no drive A, para isso digite:

a:\> md pasta1 <enter>
c:\> a: <enter>

espere a luz do drive apagar e digite

a:\> dir

Ué cade a pasta. Então, não criou, mesmo não dando nenhum tipo de erro. Isso acontece para qualquer operação que você tentar fazer no disco, pode até formatar que não vai dar erro e no final quando der um DIR vai encontrar o disco intacto :).

Conclusão: Não funciona, seu drive vai ficar somente como leitura, pelo menos foi isso que aconteceu comigo.


Bom pessoal, o artigo ficou um pouco extenso, resumi o que pude, mas o procedimento tem muitos detalhes que são necessários para funcionar adequadamente.


Por favor, comentem seus testes e se tiverem mais dicas a acrescentar para todos, será bem vindo.

Até a próxima.

emulador de disquetes ou drives no pc-xt

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Mouse Serial no PC-XT

Depois de muito tempo tentando adquirir um PC-XT, finalmente consegui e de quebra, consegui 2 ao invés de 1.

Configuro para lá, configuro para cá, garimpando várias informações para entender essa arquitetura antiga, além de procurar placas para completar o máximo possível o kit, consegui fazer os 2 funcionarem direitinho.

Mas nunca está bom, acho que é isso que deixa o hobby de retro computação tão legal.

Queria colocar um mouse nos danados.

Assim vamos a odisseia de plugar um simples mouse num PC-XT.

Primeiramente o PC-XT não tem saídas mini dim (encontrados até pouco tempo em PCs normais) e nem tão pouco USB, aliás essa tecnologia nem existia na década de 80.

A comunicação com um mouse era serial mesmo (RS232).

Putz, serial? Então preciso de um mouse serial para funcionar? Sim, isso mesmo, é isso aí.

Colocando um Mouse Serial no PC-XT

 

Mouse Serial RS232

 

fig 1 – Mouse Seria com conector DB9

 

Bom, encontrar mouses seriais em 2014 não é tão difícil quanto se possa imaginar, é só procurar no ML ou em sites de produtos para informática que você encontra, inclusive novos e na caixa.

Legal, comprei o mouse, aliás, compreis 2, um para cada PC.

Com os mouses na mão, achei que era só plugar e beleza. Amargo engano… 🙁

Os conectores dos mouses que comprei eram do tipo DB9 e o conector que o PC-XT disponibilizava era DB25.

IMG_0477

 

fig. 2 – Conector DB25 serial (mais ao centro) na parte trazeira do PC-XT 

 

 

db25-db9

 fig 3 – Pinagem de Conectores DB25 e DB9

 

db25comcapa

fig 4 – Conector DB25 FÊMEA com CAPA

 

DB9M.1

 

fig 5 – Conector DB9  MACHO com CAPA

 

Porque isso? É que os primeiros mouses para o PC-XT vinham com o conector DB25, somente mais tarde é que foram feitos para os conectores do tipo DB9.

MOUSE GENIUS GM-6

fig 6 – Antigo Mouse Genius  com conector DB25  FEMEA

O que fazer então? Afinal queria um mouse no XT.

Comecei a pesquisar e imaginar que se um mouse serial que se comunicava por um conector DB25 poderia muito bem se comunicar por um conector DB9.

Assim, encontrei 2 soluções para o problema:

– Primeira opção: Usar uma placa serial que possua o conector DB9

$_57 placa_serial_xt

 

fig 7 – Placa Serial ISA 8 Bits, com um conector DB25 e um conector DB9

Segunda opção: Construir um cabo de DB25 para DB9 (Sim, sim, sim, é perfeitamente é possível).

Bom, na primeira opção, apesar de ser mais simples, fica mais caro e mais complicado para encontrar (teria que achar e comprar duas placas).

Assim, decidi pela segunda opção, visto que são componentes bem fáceis e baratos de se encontrar, além, é claro, do desafio. 🙂

Decidido o que iria fazer, então agora era só colocar a mão na massa e montar o cabo.

Bom, chega de blá, blá, blá, vamos a confecção do cabo.

O esquema que testei e que funcionou perfeitamente foi esse:

 

db9_25_converter

 

fig 8 – Esquema de ligação dos pinos entre conectores DB25 e DB9

 

Conexão dos Pinos para Conversão entre DB25 e DB9

DB9 DB25 Função
1 8 Data carrier detect
2 3 Receive data
3 2 Transmit data
4 20 Data terminal ready
5 7 Signal ground
6 6 Data set ready
7 4 Request to send
8 5 Clear to send
9 22 Ring indicator

 

Mais detalhes sobre comunicação serial RS232 pode ser encontrados no site Lammert Bies. 

 

Material necessário para fazer o cabo.

 

  • 01 Conector DB9 MACHO com capa
  • 01 Conector DB25 FÊMEA com capa
  • 20 a 30 cm de cambo manga com pelo menos 9 vias (9 fios)
  • 01 Ferro de solda
  • Solda de boa qualidade
  • 01 Lupa de Mesa Articulável (OPCIONAL)

 

A lupa de mesa articulável é opcional, mas por experiencia própria, ela vai ajudar muiiiiito na hora de soldar os fios nos conectores.

 

lupa-de-mesa-articulavel-garras-jacare-lente-aumento-e-pinca

 

fig. 9 – Lupa de Mesa Articulável

 

O cabo manga é aquele cabo com vários fios dentro, que vai servir para ligar cada pino dos conectores.

 

sk_0680_28_14205_g

 fig. 10 – Cabo Manga 10 vias

 

Uma dica: Se você tiver aquele cabo de impressora paralela ou matricial, pode usar sem medo, pois é o mesmo cabo.

 


caboimpressora

 

fig. 11 – Cabo para impressora matricial

O Cabo Pronto

 

 

No final, o cabo deve ficar com esses 2 conectores conforme a figura abaixo.

 

IMG_0476

 

fig 12 – Cabo DB25 para DB9 

 

 

Um detalhe importante: No meu caso utilizei um conector DB25 do tipo Fêmea, mas pode ser que seu XT ofereça um conector Fêmea, nesse caso você teria que utilizar um conector DB25 do tipo Macho, ok.

 

 

Testando nosso cabo

 

 

Agora é só plugar o cabo, ligar o PC e testar se o mouse será reconhecido.

 

Na linha de comando do DOS digite MOUSE (software mouse.com que faz parte do pacote do DOS).

 

C:/>MOUSE

 

Se tudo correr bem vai aparecer a seguinte mensagem:

 

IMG_0478

 

Pronto, tudo perfeito.

Para finalizar nosso trabalho é legal colocar o comando mouse.com no autoexec.bat ou no config.sys para que o driver seja instalado na inicialização do computador.

 

AUTOEXEC.BAT

LH C:\DOS\MOUSE.COM

ou

CONFIG.SYS

DEVICE=C:\DOS\MOUSE.SYS

 

 

Bom é isso ai. Até o próximo post pessoal.

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Monitor Commodore 1084 no PC-XT

Olá pessoal. Hoje tenho mais uma dica (Monitor Commodore 1084 no PC-XT) de monitor que serve perfeitamente no PC-XT. Infelizmente esse monitor não é novo, porém é um monitor tão bom e completo que vale um artigo.

O monitor que estamos falando é o Commodore 1084 (mais especificamente o 1084D e o 1084S), trata-se de um monitor colorido CRT (ou de tubo) fabricado entre os anos 80 e 90.

 

Commodore_1084-D_www.rabayjr.com
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

 

Sei que não é um monitor facinho de achar, mas sempre aparece algum para vender no Mercado Livre ou OLX das mãos de colecionadores e retro-entusiastas.

Na minha opinião vale muito a pena possuir um.

Eles são bem construídos, tem uma qualidade superior de imagem, tem várias entradas, possuem som interno, etc.

 

IMG_20110221_000152
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

IMG_20110221_000157
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

 

Eles foram produzidos inicialmente para o Commodore Amiga, mas servem para quase todas as nossas máquinas retrô já que são multisync. Nesta lista inclui-se MSX, ZX Spectrum, PC-XT, etc.

Não vou me ater a colocar nesse artigo a especificação técnica desses monitores, para isso peço que acessem esta página com informações detalhadas sobre cada monitor commodore.

Também deixo aqui um link para baixar o [download id=”884″] e o [download id=”886″], ambos trazem informações adicionais para vocês realizarem seus projetos.

Bom, mas o que é necessário para colocar esse monitor no PC-XT? Simples, apenas um cabo.

Como é esse cabo? Você vai precisar dos seguintes materiais para fabricá-lo:

1 Conector DB-9 Macho (esse conecta na placa cga do PC-XT)

1 Conector DB-9 Femea (esse conecta no monitor 1084)

Conectores DB9 Macho e Femea
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

2 Capas para os 2 Conectores

cabos-conectores-adaptadores-en-acessorios-pc-353211-MLB20502980719_112015-Y
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

1 metro cabo 8 vias (pelo menos) –  Cabo Manga 8X26 AWG BT

cabo_manga_vias_blindagem_1_1_1
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

(solda, ferro de solda, etc)

Um detalhe, esse cabo é para monitores que possuem uma entrada VGA 9 pinos, pois existem alguns monitores que possuem pinos DIM e outros ainda, SCART. De qualquer forma esse artigo já dá uma base para fazer o cabo para esses outros conectores.

O esquema de ligação é um dos mais simples, pois é basicamente 1 para 1 na ligação dos pinos:

CGA = Color Graphics Adapter

Videotype: TTL, 16 colors (também conhecido como IBM RGBI). (15.75 KHz – 320×200 or 640×200)

 

PINO MONITOR 1084 PC-XT

DESCRIÇÃO

1 GND GND Ground / Terra
2 GND GND Ground / Terra
3 R R Red / Vermelho
4 G G Green / Verde
5 B B Blue / Azul
6 I I Intensidade
7 RES N/C Reserved/Não Conectado
8 HSYNC HSYNC Horizontal Sync 
9 VSYNC VSYNC Vertical Sync

 

Vamos à construção:

 

20160519_112747
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

20160519_112834
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

20160519_112539
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

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Monitor Commodore 1084 no PC-XT

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Monitor Commodore 1084 no PC-XT

20160519_112552
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

Uma dica: Quando for soldar os terminais, sempre coloque solda em todas as pontas dos fios  e também nos terminais dos conectores ANTES.

Depois é só soldar, isso deixa o trabalho beeemmm mais fácil.

Outra coisa, a malha que conforme as fotos deixei enrolada, solde na carcaça do conector, assim fica tudo bonitinho e funcional.

Um último ponto, os terminais DB-9 tem o número dos pinos marcados na parte plástica, se não enxergar, utilize um lupa para visualizar melhor. É muito importante que os conectores sejam soldados nos pinos certos ok.

Com o cabo pronto plugue o mesmo no monitor (DB-9 femea) e no PC-XT (DB-9 macho).

Coloque a chavinha, localizada na traseira do monitor, no modo Digital ou RGBI.

E por fim, no painel da frente do monitor tem uma chave mais a direita (bem no comecinho), coloque-a no modo RGB.

 

Cabo-db9-rs232-macho-femea__16531_zoom
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

 

Agora é curtir o computador no seu melhor estilo retrô.

 

20160519_182458
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

20160519_182515
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

20160519_182531
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

 

Até a Próxima!

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Organizando o Som de Suas Máquinas Retrô

Organizando o Som de Suas Máquinas Retrô – Estava meio cansado ($$$) de comprar caixinhas de som para cada máquina de minha coleção. Além de começar a pesar no orçamento, cada uma tinha que ligar na energia, cada uma tinha seu espaço em cima da mesa ou bancada, isso sem falar no nosso martírio eterno que é a fiação envolvida.

Comecei a procurar uma solução que melhorasse um pouco esse cenário, visto que jamais iria colocar todas as máquinas tocando algum tipo de som ao mesmo tempo (jogos, demos musicais, etc.).

Encontrei 3 soluções viáveis:

A primeira é uma mesa de som

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Organizando o Som de Suas Máquinas Retrô

 

A segunda é usar um Receiver

 

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Organizando o Som de Suas Máquinas Retrô

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Organizando o Som de Suas Máquinas Retrô

A terceira é um chaveador de áudio e vídeo

 

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Organizando o Som de Suas Máquinas Retrô

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Organizando o Som de Suas Máquinas Retrô

As três soluções tem suas vantagens e desvantagens.

A mesa de som tem um controle maior sobre cada componente ligado a ela, podendo equalizar, realizar fade no som e muito mais.

Assim como o Receiver, que tem diversas entradas, chaveamento digital, amplificador, etc.

Para a necessidade que tinha, achei as duas primeiras soluções muito caras e iria precisar de um espaço maior na bancada.

Então optei pela terceira solução, utilizar um chaveador de áudio e vídeo.

As vantagens são obvias, o tamanho do aparelho é pequeno, não requer energia adicional, é uma solução barata e resolve meu problema.

A desvantagem é não ter as comodidades e recursos avançados de áudio ou video que as duas primeiras soluções dispõem.

No final ao invés de 4 máquinas com 8 caixas (4 pares) e 4 pontos de energia a mais, fiquei com apenas 1 par de caixas ativas (amplificadas) ligadas.

Nem preciso dizer que limpou a área.

Para terminar o artigo, coloque aqui alguns cabos e adaptadores que serão úteis na organização de suas máquinas.

 

cabo-2-2-rca-1-5-mts-niquelado
Organizando o Som de Suas Máquinas Retrô

14333-MLB3971738902_032013-F
Organizando o Som de Suas Máquinas Retrô

cabo-3-rca-1-p2-stereo-4c-p-dvd-automotivo-tv-de-led
Organizando o Som de Suas Máquinas Retrô

1_plug
Organizando o Som de Suas Máquinas Retrô

 

 

etiquetas_organiza_fios-08
Organizando o Som de Suas Máquinas Retrô

 

 

Fica aí a dica.

 

Organizando o Som de Suas Máquinas Retrô

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Reparação da Película do Teclado do MSX

Estava lá com um tempinho livre e vamo que vamo matar a saudade do meu Sony F1XV.

 

Sony_HB-F1XV_11

 

 

Joguei um pouco de Zanac e depois fui almoçar, afinal era um sabadão e eu estava morrendo de fome.

Assisti um pouco de TV e depois de umas 3 horas voltei para mais uma partida, pois o MSX ainda estava ligado.

Joguei mais um pouquinho e depois fui navegar entre os aplicativo que tinha. Uma surpresa! Estava digitando CD  MM207 (O diretório do Multi Mente) e não entrava, olhei com mais atenção e vi que a digitação estava CD MM20 (CADÊ O 7?).

Ai veio a tristeza, a tecla 7 não estava respondendo.

Não pensei duas vezes,  comecei a abrir a máquina para verificar a película do teclado, afinal os contatos ficam lá.

 

Para fazer isso você precisa de alguns materiais básicos:

  1. 1 Chave Phillips Grossa (abertura da carcaça da máquina)
  2. 1 Chave Phillips Fina (abertura do teclado)
  3. 1 Multímetro
  4. 1 Frasco de Tinta Condutiva de Prata
  5. 1 Pincel 00 (Bem fino, tipo os que são usados para artesanato) (opcional)
  6. 1 Lupa (opcional)
  7. 1 Pedaço Fita (A mesma usada para pintura) (opcional)

 

Removi os parafuso da carcaça e retirei-a, depois removi o teclado para desmonta-lo e verificar a película.

Nesse ponto, já começa o cuidado ou carinho (como preferirem) que se precisa ter ao desmontar sua máquina.

Para tirar o teclado da placa principal, tem que soltar um cabo flat que na realidade já é a película do teclado, portanto MUITO CUIDADO, pegue pelas duas extremidade (direita e esquerda) e puxe devagar.

 

DSC_0066

 

DSC_0069

 

Fig. 1 e 2 – Cabo Flat (que já é a película)

 

Pronto, já retirou o teclado, agora só precisa desmontá-lo. Com uma chave Phillips bem fina é só ir retirando os parafusos (tem vários, mas é isso mesmo).

 

DSC_0071

Fig. 3 – Teclado ainda com parafusos para ser desmontado

Pronto, agora você já consegue ver a película. No meu caso, o problema era na tecla 7, então verifiquei qual era o contato que pertencia a essa tecla e estava lá a trilha rompida. Como essas trilhas são muito fininhas, é bom usar uma lupa para verificar. Fica mais fácil.

 

DSC_0077

Fig. 4 – Película do Teclado

Outra coisa, use o multímetro para verificar de um ponto para o outro se está conduzindo 100%, pois depois que consertei a tecla 7, alguns dias depois vi que a tecla DEL às vezes parava de funcionar (ela e um conjunto de algumas outras que se conectavam nas mesmas trilhas) , conclusão tive que abrir novamente para arrumar.

Continuando… Blz, achei onde estava o problema de rompimento, conferi com o multímetro de um ponto a outro em relação aquela trilha e realmente não estava conduzindo, agora como consertar?

Dei uma procurada no que existia para esse fim e achei uma tinta condutiva de prata, pois não dá para usar um ferro de solda nessa película. Pelo que tinha lido funcionava bem, mas só testando mesmo né. Então comprei para experimentar.

tinta-condutiva-prata-furo-metalizado-em-circuito-impresso-14061-MLB4532929525_062013-F

 

Fig. 5 – Frasco de Tinta Condutiva de Prata 5 ml

Com a tinta em mãos, comecei por sacudir o fraquinho de tinta para misturar bem. Quando abri o frasco, vi que era literalmente uma tinta e dava para perceber uns grãozinhos brilhantes nela, imagino que seja a prata :).

Esse frasquinho vem com um pincel junto, mas achei muito grosso para passar nas trilhas, de qualquer forma eu usei esse mesmo, ficou como na foto mais a direita, meio borrado. Antes de aplicar raspei, com um bombril preso num palitinho de dentes, sobre o parte que estava rompida (COM CUIDADO), pois a tinta precisa pegar nos contatos da trilha dos 2 lados. Apliquei uma gotinha (ou uma gotona – depois que vi que precisa colocar beeeemmm pouquinho mesmo) e pronto.

Beleza, ai foi só esperar secar. Leva no mínimo de 15  a 24 horas para secar, nem adianta ficar medindo com o multímetro para ver se está conduzindo, porque não conduz até que a tinta esteja seca. Então deixa lá no canto, e vai fazer outra coisa, até esse tempo passar, ok.

Pronto, secou. Quando medi, vi que conduzia 100%. Legal fiquei animado. Remontei o teclado e show, funcionou perfeitamente.

 

DSC_0073

Fig. 6 – Tilhas já pintadas com a tinta condutiva (correção da tecla 7)

 

Bom, achei que tudo tinha acabado, então 1 semana depois, vi que a tecla DEL e algumas outras estava com o mesmo problema (tenho mania de deixar o computador ligado pelo menos umas 4 horas).

Desliguei a máquina e só fui olhar novamente no outro dia e olha que estranho, estava funcionando. Achei que era algum software que estava conflitando. Deixei a máquina ligada para testes. Depois de umas 4 horas, novamente as teclas pararam.

Não quis nem saber, abri de novo a máquina e comecei a verificar a película do teclado. Vendo e revendo as trilhas com a lupa, não vi problema algum, nesse momento resolvi medir com o multímetro. Foi aí que vi que a condução de um ponto a outro estava a 50%  do que deveria, então só podia ser ali o problema.

Continuei nesse caminho, fui medindo de ponto a ponto a partir do contato da tecla DEL para ver onde caia a condução (uma dica é colocar a ponta de prova no ponto da tecla que falhou e a outra ponta de prova no final que fica no cabo flat, de cara já vai ver que a condução está menor).

Sabendo que caminho está com problema é só ir medindo de contato a contato daquela trilha até achar a parte que está com baixa condução.

Assim que achei o pedaço que estava ruim, nem perdi tempo em querer raspar a trilha toda, achei muito perigoso, podia danificar a película. Então resolvi passar a tinta condutiva por cima mesmo do plástico, seguindo a trilha, é claro.

Para isso colei uma fita (pode ser essas que usam para pintura mesmo, de papel, que tem pouca cola) de cada lado da trilha com defeito, ficando exposto só o rastro da trilha mesmo e, passei a tinta condutiva.

Pronto depois que secou ficou perfeito, estava conduzindo 100%, pois era uma tilha nova.

 

DSC_0076

Fig. 7 – Trilha que afeta a tecla DEL e outras no mesmo ramo já refeitas com a tinta condutiva

 

 

Fechei o teclado, a máquina  e fui testar. Voilà! Tudo funcionando, nada de tecla falhando mais.

Só mais dois detalhes para comentar:

– Não tem que pitar sobre o contato onde a tecla tem contato, é só pintar até encostar nela, mas precisa encostar, ok.

– Acredito que quando o computador fica ligado por um tempo prolongado (falando especificamente desse modelo de MSX), o calor deve afetar a película do teclado. Tenho 2 modelos de MSX 2+, um Panasonic e um Sony. A fonte do Sony aquece mais e chega a aquecer até o cartucho que fica no slot 1. Por isso minha teoria.

 

Bom pessoal, é isso aí, espero que essas dicas ajudem vocês a cuidar do seu precioso MSX.

 

Até a Próxima.

 

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Panasonic FS-A1WSX MSX2+

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Panasonic FS-A1WSX uma máquina de gigantes. Possui 19268 cores, mais gráficos, resoluções do Kanji, MSX-Music, que fornece 9 canais de som FM simultâneos sem bateria ou seis canais de som FM com 5 tambores.

O Panasonic FS A1 WSX tem o Rensha Turbo,  que é um sistema de tiros automáticos para os jogos. A velocidade de repetição pode ser ajustado por um controle deslizante no seu painel.

Sua ROM vem com um software interno que provê um processador de textos, MSX-JE, FM-BIOS (MSX Música Básico ROM) e 1 º de JIS 2 ª Classe Kanji Support (256KB).

O Panasonic FS A1 WSX é o sucessor do FS A1 WX da qual difere muito pouco: O conector de interface para cassete foi eliminado,  foi adicionado uma saída S-Video e suporte para impressão a cores com processador de texto.

Ao contrário de outros MSX2+ que utilizam em seu sistemas o processador Z80A, a Panasonic preferiu usar o  Z80B, que tem como principal característica permitir o processamento até 5,37 MHz.

Especificações Técnicas

GERAL NOME FS-A1WSX
FABRICANTE PANASONIC
ANO DE LANÇAMENTO 1989
LINGUAGEM MSX BASIC VERSÃO 3.0 / DISK-BASIC ver1.0
ORIGEM  JAPÃO
TECLADO Teclado com 92 teclas,  5 teclas de função, 4 teclas de direção, teclado numérico e teclas especiais importantes
CPU T9769B – Z-80B compatível com o padrão MSX
VELOCIDADE DO CLOCK 3.58 and 5.37 MHz
MEMÓRIA ROM 1552 KB
MSX BASIC v3.0 80 KB
MSX Disk BASIC v1.0 16 KB
Music BASIC (FM BIOS) 16 KB
Suporta JIS 1st & 2nd class Kanji 256 KB
MSX-JE 512 KB
MSX-JE/WP (Processador de Textos MSX) 656 KB
RAM 64 KB
VRAM 128 KB
SRAM 16 KB
VÍDEO VDP Yamaha YM9958
Text 80×24, 40×24 and 32×24 (caracteres por colunas x linhas)
Gráficos Resolução máxima 512×212 pixels (16 cores a cada 512) e 256×212 (19,268 cores)
Cores 19,268 máximo
Sprites 32 máximo
SOM PSG Yamaha AY-3-8910 (3 vozes)
MSX Music Yamaha OPLL YM-2413 (Sintetizador FM com 9 canais de som simultâneos)
Armazenamento Drive de Disquetes 720 KB 3 1/2″ DD/DS
 Portas (E/S) Joystick  2 Entradas (A e B)
RGB  DIM 8 pinos
Cartuchos 2 Entradas (1 e 2)
Saida de Video CVBS/RF
Impressora Padrão Centronics
Som RCA (Mono)
ALIMENTAÇÃO Alimentação do Sistema Fonte Interna 110 V 21W de Consumo
Alimentação do Relógio Compartimento para 2 Pilhas AA

 

OUTRAS INFORMAÇÕES

LINHA PREDECESSORA FS-A1WX
LINHA SUCESSORA FS-A1ST Turbo R

 

   Modo                Características
Screen 0   – 16 cores (combinação de 512 tons)
– somente texto
– 40 colunas X 24 linhas
– 80 colunas X 24 linhas
Screen 1 – 16 cores (combinação de 512 tons)
– texto e sprite
– 32 colunas X 24 linhas
Screen 2 – resolução de 256 X 192 pixels
– alta resolução (1 ponto = 1 pixel)
– 16 cores (combinação de 512 tons)
Screen 3 – resolução de 64 X 48 pixels
– baixa resolução (1 ponto = 16 pixels)
– 16 cores (combinação de 512 tons)
Screen 4 – resolução de 256 X 192 pixels
– 16 cores (combinação de 512 tons)
– sprites 2 (com linhas coloridas)
Screen 5 – 256 X 212 pixels
– 4 páginas de vídeo
– 16 cores (combinação de 512 tons)
– sprites 2
Screen 6 – 512 X 212 pixels
– 4 páginas de vídeo
– 4 cores
– sprites 2
Screen 7 – 512 X 212 pixels
– 2 páginas de vídeo
– 16 cores (combinação de 512 tons)
– sprites 2
Screen 8 – 256 X 212 pixels
– 2 páginas de vídeo
– 256 cores (simultâneas)
– sprites 2
Screen 10 – 512 X 212 pixeels
– 2 páginas de video
– 12499 cores não simultâneas
Screen 11 – Resolução: 256 X 212 pixeels
– 2 páginas de video
– 12499 cores não simultâneas
Screen 12 – Resolução: 256 X 212 pixeels
– 2 páginas de video
– 19268 cores simultâneas

 

 

27122010120
Panasonic FS-A1WSX 2+

 

 

Visão do Teclado:  Possui 92 teclas sendo, 5 teclas de função (F1/F6, F2/F7, F3/F8, F4/F9 e F5/F10), 4 teclas de direção,  tecla pause,  tecla de liga/desliga modo Kanji, teclado numérico e outras importantes teclas especiais.

 

 

img_0929
Panasonic FS-A1WSX 2+

 

Visão do painel do console: Botão deslizante Rensha Turbo, Chave para habilitar/desabilitar o menu (cockpit) interno, botão de Reset, indicador de ligado/desligado, indicador de Capslock ligado/desligado, indicador do modo Kanji ligado/desligado, indicador de pause  ligado/desligado e indicador de uso do drive de disquete.

 

img_0930
Panasonic FS-A1WSX 2+

 

Visão Direita: 2 conectores para Joystick, 1 drive de 3 1/2 720 KB

 

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Panasonic FS-A1WSX 2+

Visão Esquerda: Botão de Ligar/Desligar

img_0931
Panasonic FS-A1WSX 2+

 

Visão traseira: da esquerda para direita: 1 saída S-Video, 1 saída RGB (DIM 8) , 1 saída de vídeo RCA, 1 saída de som mono, 1 chave de canais para RF, 1 saída de RF, 1 conector para impressora padrão Centronics, 1 slot para cartuchos.

 

PCB do Panasonic A1 FS WSX

pcb_A_s
MSX PCB Panasonic FS-A1WSX 2+

 

Visão Completa – Lado dos Componentes

pcb_B_s
MSX PCB Panasonic FS-A1WSX 2+

 

Visão Completa – Lado da Solda

fdc
MSX PCB Panasonic FS-A1WSX 2+

 

Visão do Circuito Controlador de Disco

msx-engine
MSX PCB Panasonic FS-A1WSX 2+

 

Visão do Processador Principal (MSX – Engine)

ram
MSX PCB Panasonic FS-A1WSX 2+

 

Visão da RAM

RGB_encoder
MSX PCB Panasonic FS-A1WSX 2+

 

Visão do Circuito responsável pelo sinal RGB

rom
MSX PCB Panasonic FS-A1WSX 2+

 

Visão da ROM

slot
MSX PCB Panasonic FS-A1WSX 2+

 

Visão dos Slots

sound
MSX PCB Panasonic FS-A1WSX 2+

 

Visão do Circuito de SOM

vram
MSX PCB Panasonic FS-A1WSX 2+

Visão da VRAM

 

Panasonic A1 FS WSX Funcionando

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Video Panasonic FS-A1WSX 2+

 

Visão da tela inicial do menu interno do Panasonic A1 FS WSX

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Video Panasonic FS-A1WSX 2+

 

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Vídeo Panasonic FS-A1WSX 2+

 

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Vídeo Panasonic FS-A1WSX 2+

 

Visão do sistema no MSX-DOS 2, estrutura de diretórios, Prompt de comando e na última foto, o MSX-BASIC com o modo Kanji ligado

Ativação do Modo 5,37 Mhz 

A troca de velocidade pode ser feita com o seguinte comando  pelo MSX-BASIC:

– 5,37 Mhz:

  • OUT 64,8:OUT 65,0

– 3.58 Mhz:

  • OUT 64,8:OUT 65,1

Menu Interno (Cockpit)

O Panasonic FS-A1WSX  já vem com um software integrado em seu firmware.

Pode-se ligar/desligar esse menu pela chave  que fica entre o botão Rensha Turbo e o botão de pause.

Ainda se pode voltar para o menu digitando CALL MENU  pelo MSX-BASIC, mesmo com a chave desligada.

 

1 – Processador de Textos Japonês parte 1
2 – Processador de Textos Japonês parte 2
3 – Processador de Textos Japonês parte 3 (precisa do disco 1 de sistema)
4 – Agenda de Nomes e Endereços parte 1
5 – Agenda de Nomes e Endereços parte 2
6 – Banco de Dados para Disco/Cassete
7 – Outros Bancos de Dados
8 – Calculadora, Calendário e Ajuste do Relógio
9 – Configuração de Mouse e Impressora
0 – MSX2+-BASIC
        Processador de Textos        Agenda de Nomes e Endereços
   Banco de Dados Disco/Cassete             Outros Bancos de Dados
             Calculadora   Calendário
           Ajuste do Relógio   Configuração de Mouse e Impressora
     
O Panasonic A1 FS WSX ainda vem com 2 disquetes de 3 1/2 : O primeiro disco é necessário para o MSX-JE, o Processador de Textos Japonês. Contém basicamente com fontes de letras e imagens rasterizadas. O segundo disco inclui o MSX-DOS e mais 3 aplicações.
Menu do segundo disco de sistema:
1 – Ferramentas para Disco

2 – Ferramenta Gráfica para Desennhos
3 – Ferramentas para Impressora Colorida
4 – MSX2+-BASIC
           Gerenciador de Disco   Ferramenta Gráfica para Desenhos
Ferramentas para Impressora Colorida

Ao sair de uma dessas aplicações, o retorno será o Prompt de comando do MSX-DOS.

Para voltar a este menu novamente, basta digitar TOOL na linha de comando do MSX-DOS.      

SOM

Teste para verificar o funcionamento do som no Panasonic FS A1 WSX.

Entre no MSX-BASIC e digite:

Call Music

Play # 2 “, CDEFG”

Discos para Download

    

       

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