Categoria: Hardware

 

Joysticks para Todos os Gostos

Joysticks para todos os gostos

 

 

Esse artigo mostra uma quantidade absurda de Joysticks diferentes em um só lugar. Veja a quantidade de designs diferentes que foram construídos. Alguns viraram quase que um padrão, mas para ser sincero, padrão aqui é o que menos você vai ver.

Uma pequena introdução do que é um Joystick (não que todos desse planeta não saibam). Mas é legal saber como curiosidade.

Veja esse texto extraído na integra da Wikipedia:

“O Joystick surgiu originalmente como controle de aeronaves e elevadores. Sua invenção é originalmente atribuída ao piloto francês Robert Esnault-Pelterie, existindo também reivindicações históricas entre os pilotos Robert Loraine, James Henry Joyce e Sr. A. E. George. Esse último foi pioneiro ao voar em um pequeno avião em Newcastle, na Inglaterra em 1910. É atribuído a ele a criação do “George Stick” o qual tornou-se popularmente conhecido como joystick. O joystick apesar de estar presente nos recentes aviões desde século passado, sua origem e utilização mecânica é incerta.”

Legal né.

Espero gostem e que se deliciem com a infinidade de controles.

Divirtam-se.

 

 

JoystickJoystickJoystickJoystick

Joystick Joystick Joystick Joystick
Joystick Joystick Joystick Joystick
Joystick Joystick Joystick Joystick
Joystick Joystick Joystick Joystick
Joystick Joystick Joystick Joystick
Joystick Joystick Joystick Joystick
Joystick Joystick Joystick Joystick
Joystick Joystick Joystick Joystick
Joystick Joystick Joystick Joystick
Joystick Joystick Joystick Joystick
Joystick Joystick Joystick Joystick
Joystick Joystick Joystick Joystick
Joystick Joystick Joystick Joystick
Joystick Joystick Joystick Joystick
Joystick Joystick Joystick Joystick
Joystick Joystick Joystick Joystick
Joystick Joystick Joystick Joystick
Joystick Joystick Joystick Joystick
Joystick Joystick Joystick Joystick
Joystick Joystick Joystick Joystick
Joystick Joystick Joystick Joystick
Joystick Joystick Joystick Joystick
Joystick Joystick Joystick Joystick
Joystick Joystick Joystick Joystick
Joystick Joystick Joystick Joystick
Joystick Joystick Joystick Joystick
Joystick Joystick Joystick Joystick
Joystick Joystick Joystick Joystick
Joystick Joystick Joystick Joystick

 

 

 

Joysticks para todos os gostos

 558 total de visualizações,  3 visto hoje

FPGA uma Super Solução em Retro computação

FPGA uma Super Solução em Retro computação

 

Esse artigo é para dividir com vocês a fantástica solução denominada FPGA, esse artigo não tratará dos detalhes da tecnologia empregada, mesmo porque o assunto é vasto e merece que se aprofunde para compreende-lo melhor. Mesmo assim, no final do artigo deixei uma lista de referência para quem quiser entender melhor os detalhes dessa tecnologia. A idéia aqui é reunir o que existe no mundo da Retro computação sobre os consoles implementados sob FPGA.

 

O que é FPGA

 

Um FPGA (Field Programmable Gate Array, em português Arranjo de Portas Programável em Campo) é um circuito integrado projetado para ser configurado por um consumidor ou projetista após a fabricação – de onde advém “programável em campo”. A grande maioria dos chips que encontramos em nosso dia-a-dia, circuitos que acompanham as televisões, celulares, etc., já vêm todos pré-programados, isto é, com as suas funcionalidades todas definidas no ato de fabricação. Surgiu então uma categoria nova de hardware reconfigurável, o qual têm as suas funcionalidades definidas exclusivamente pelos usuários e não pelos fabricantes.

Traduzindo a grosso modo, é um chip no qual se pode programar  circuitos lógicos inteiros dentro dele.

 

O que dá para fazer com isso:

Muita coisa,  mas quero manter o foco dentro do que estamos falando, porque muita coisa é muita coisa mesmo.

 

FPGA no mundo Retrô

Algumas pessoas entenderam que se poderia implementar uma máquina (computadores ou video games) inteira dentro de um FPGA. Assim surgiram as implementações mais fantásticas que já vi.

Alguns podem dizer “mas já existem excelentes emuladores que fazem isso”. Verdade mas, venhamos e convenhamos, os emuladores por melhores que sejam não dão aquela nostalgia de um console real. Mas as implementações sob um FPGA dão. Inclusive se parece muito com a máquina verdadeira. Algumas vezes até melhor, pois os projetistas colocam tudo que a máquina tem direito (mais  RAM, mais velocidade, mais compatibilidade, etc.)

Sem mais delongas vou listar alguns projetos que considero um “show” de implementação:

 

 

FPGA NES – Um projeto que clona o Nintendo Entertainment System

 

4870462415_0d153c2c55_z

 

 

 

ATARI 2600 – Um projeto que clona o console do Atari

 

fpga-atari2600

 

 

ZBC (Zero Board Computer)Um projeto que implementa um PC-XT

 

Image6

 

 

 

OCM (One Chip MSX)Um clone do MSX

800px-OCM_007

 

Zemmix Neo – Outro clone do MSX

 

5

 

MISTum Clone de Vários Consoles

 

 

001_o

 

004_o

 

 

Máquinas suportadas pelo MIST:

  • ST/STE (alos on SCART 15KHz)

  • Amiga 500/600/1200 ( AGA CORE BETA core)

  • C64 (partially – still developed)

  • Atari 8bit ( 96%)

  • Collecovision

  • ZX81

  • Atari 2600

  • ZX Spectrum with AY, aslo with DIVMMC and ESXDOS

  • SEGA GENESIS

  • Apple

  • MSX

  • AMSTRAD CPC (BETA)

 

ZX-UNO – um Clone do ZX Spectrum do tamanho de um raspberry

 

foto1 esquema

 

 

É isso pessoal, acho que tem uma lista bem bacana para brincar. Essas máquinas realmente são um sonho de consumo.

 

Referências:

http://www.embarcados.com.br/armefpga/

http://www.embarcados.com.br/fpgas-substituindo-microcontroladores-simples/

http://www.ni.com/white-paper/6984/pt/

 

FPGA uma Super Solução em Retro computação

 751 total de visualizações,  1 visto hoje

Análise Adaptador de Disquete – FlashPath Floppy Disk Adapter

Análise Adaptador de Disquete – FlashPath Floppy Disk Adapter  

– Essa semana estive olhando um adaptador de disquete e fiquei curioso sobre seu funcionamento. Vi que ele poderia substituir um disquete normal de 3 1/2″ porém usando um cartão SD.

O adaptador em questão é do tipo abaixo:

FujifilmFlashPathFD-A1-M
Análise Adaptador de Disquete – FlashPath Floppy Disk Adapter

Achei que poderia ser mais uma solução para trocarmos arquivos entre as máquinas antigas. E interfaces entre diferentes máquinas são sempre bem-vindas ao mundo de retro computação.

O que é:

FlashPath (FlashPath Floppy Disk Adapter) é uma série de dispositivos produzidos pela SmartDisk que permite o uso de  memory cards no drive de 3.5″. A primeira versão desse dispositivo foi introduzida no mercado em Maio de 1998 usando cartões  SmartMedia . Mais tarde foram produzidos flashpath para outros tipos de cartões:  Memory Stick e Secure Digital/Multi Media Card (SD/MMC).

O Uso:

Bom quando chegou minha compra já fui desempacotando o bixinho, que vem em uma embalagem bliss. Veio também um CD, duas baterias CR-2016 e um folheto de instruções (que não diz absolutamente nada, a não ser como colocar as baterias).

flashpath floppy adaptar disk
Análise Adaptador de Disquete – FlashPath Floppy Disk Adapter

A primeira coisa que chamou minha atenção era o CD. Se tem CD tem driver, se tem driver, não dá para usar em qualquer máquina. Dito e feito, a principal desvantagem nesse dispositivo é que já é um dispositivo retrô e os drivers foram escritos principalmente para Windows 95, Windows 98, Windows 2000 e NT4. Pelas minhas pesquisas alguns funcionam até mesmo no Windows ME. Windows XP para frente esquece. Ah! também funciona no MAC mas nas versões 8 e 9 e apenas para leitura (que chato).

Antes que você tenha o impulso de entrar nesse site da JVC que está na foto esquece, o link já era. Mas a parte boa é que encontrei o novo link é esse aqui

Mesmo assim para o propósito de retro computação vai servir.

O segundo problema que tive e que achei mais grave, foi achar um cartão SD que fosse compatível. Note que esse modelo da foto ai em cima não vem com cartão para usar.

Pelo manual, os cartões compatíveis são:

Security Disk (SD):  2MB, 4MB, 8MB, 16MB, 32MB, 64MB

MultiMediaCard (MMC): 2MB, 4MB, 8MB, 16MB, 32MB

Putz, onde eu vou achar esses cartões. Até procurei, mas não rolou. Dei uma olhada nos cartões que tinha e achei um de 512MB que uso nas minhas máquinas (detalhe importante, NÃO é um cartão do tipo HC) antigas, pensei, é esse mesmo.

Então coloquei as duas baterias que precisava, coloquei o cartão SD, instalei o driver para Windows 98 (que foi o sistema que testei) e fui para máquina colocar o adaptador de disquete.

sam_2358
Análise Adaptador de Disquete – FlashPath Floppy Disk Adapter
pic00005
Análise Adaptador de Disquete – FlashPath Floppy Disk Adapter

Entrei no meu computador, cliquei no drive de 3.5″ e ………   nada. Não funcionou.

Que saco, vamos conferir tudo, bateria (com multímetro para ver se tinha carga), instalação do driver (dando um boot para garantir) e fazendo uma limpeza na cabeça de leitura do drive com um disquete de limpeza e álcool isopropílico (se você não tem esse disquete, veja esse artigo).

Pronto, coloquei no computador e…. nada. Não funcionou novamente.

Putz, só restava o cartão SD. Coloquei no meu notebook e estava lendo normalmente.

E agora?

Fui dormir…. depois de uns dias, fiquei procurando esses cartões pequenos 8mb, 16mb, 64 mb, desisti.

Foi ai que tive a brilhante idéia, podia particionar o cartão de 512mb que tinha, vai que não aceita tamanho tão grandes. Peguei o cartão, coloquei no notebook, entrei o gerenciador de discos do Windows e não dava para criar partições, não habilitava a opção de diminuir volume do disco.

Nesse ponto, pensei, preciso encontrar um software para particionar pendrives, mas antes vou formatar esse cartão lazarento. No próprio gerenciador de discos, cliquei com o botão direito sobre o cartão. Escolhi formatar como FAT.

Resolvi testar novamente e…… FUNCIONOU.

Durante os testes de leitura e gravação, achei meio lento, mas a idéia aqui não é performance, mas sim portabilidade para armazenamento e nesse quesito funciona perfeitamente. É meio lento, mas satisfatório.

Outro ponto, na especificação que se encontra acima no link para download do drive, o texto diz que funciona em Windows com versão superior ao SE, pois esses sistemas não precisariam de drivers de instalação. Fiz um teste com o Windows 10 e com uma unidade de disquete externa USB, não funcionou. Pode ser que se for uma unidade interna de disquete funcione, mas  para testar isso, eu precisaria de um desktop com um drive de 3.5″ instalado e com o Windows mais atual. Infelizmente não tenho uma máquina com essa configuração para testes.

Testei cartões do tipo SDHC e não funcionou, mesmo fazendo uma partição menor. Por exemplo, peguei um cartão SD de 8 GB e criei somente uma partição de  512 MB formatado com FAT (FAT16). Mesmo assim não funciona.

Abaixo segue algumas imagens do interior do Adaptador de Disquetes para conhecimento:

sam_2357
Análise Adaptador de Disquete – FlashPath Floppy Disk Adapter
sam_2358
Análise Adaptador de Disquete – FlashPath Floppy Disk Adapter
sam_2359
Análise Adaptador de Disquete – FlashPath Floppy Disk Adapter
sam_2360
Análise Adaptador de Disquete – FlashPath Floppy Disk Adapter
sam_2366
Análise Adaptador de Disquete – FlashPath Floppy Disk Adapter
sam_2367
Análise Adaptador de Disquete – FlashPath Floppy Disk Adapter

Segue abaixo o conteúdo do CD de instalação, contendo os drivers e manuais do adaptador:

Instalação do Floppy Disk Adapter

Por enquanto é isso.

Análise Adaptador de Disquete – FlashPath Floppy Disk Adapter

 736 total de visualizações,  5 visto hoje

Modernizando com Monitor LCD no PC-XT

Modernizando com Monitor LCD no PC-XT 

 

Muita gente quer montar seu PC-XT para curtir a nostalgia de rodar um Lotus 1-2-3 ou um Wordstar nos tempos atuais. Porém para matar essa saudade sempre nos deparamos alguns obstáculos no caminho.

O primeiro é encontrar um PC-XT real (nada contra emuladores, pelo contrário, são no mínimo excepcionais). As vezes conseguimos a máquina, mas os periféricos adequados como teclados e monitores já são outra história.

Para ajudar nessa busca vai a dica de um monitor que vai funcionar na sua placa CGA com aquela saída DB-9 (9 pinos) que seu XT tem.

O monitor em questão é esse ai:

monitor positivo smile light 563

Monitor Lcd 15.6 Positivo Smile Light 563

 

Especificações Técnicas

Marca: Positivo

Modelo: 563

Tela: 15.6 Polegadas

Tipo: LCD Widescreen

Brilho: 200cd/m²

Contraste: 500:1

Tempo de resposta: 16ms

Dimensão Aproximada: 418 x 348 x 180mm

Resolução Máxima: 1360×768 @60hz

Modos de resolução: VGA 640×350 (70Hz)VGA 720×400 (70Hz)
VGA 640×480 (60/72/75Hz)SVGA 800×600 (60/72/75Hz) 
XGA 1024×768 (60/70/75Hz)SXGA 1360×768 (60Hz)

Número de Cores: 16,7 milhões

Frequência de varredura: Horizontal: 30 – 60 kHz / Vertical: 56 – 75 Hz

Ajuste OSD: Ajuste de posição(H/V) Brilho, contraste, fase, clock, volume,
autoajuste, nitidez, OSD

Consumo: 9W (ligado) 1,3W (standby)

Entrada VGA: 15 pinos fêmea

Esse monitor, ainda, bem fácil de se encontrar.

O LCD dele é widescreen e, sinceramente em minha opinião, não atrapalha nem um pouco na visualização.

O monitor já está apresentado a vocês, porém para que ele possa funcionar adequadamente no XT temos que construir um cabo adaptando a saída DB-9 da placa CGA do XT para o conector DB-15 no monitor.

Para construir o cabo você vai precisar de:

  • 1 conector com capa DB-9 MACHO

  • 1 conector com capa DB-15 FEMEA (por ser fêmea vai permitir que se possa conectar no cabo de monitor)

  • 30 cm de cabo manga com pelo menos 7 vias ( 7 fios ou mais )

  • (ferro de solda, solda, alicate, etc.)

A ligação entre os pinos dos dois conectores deve ser feita conforme o esquema abaixo:

AV1-DB9-HD15-DiagramR

CGA-VGA-AdapterR

É importante ressaltar que alguns adaptadores no mercado NÃO são compatíveis  para o que pretendemos, um deles está na figura abaixo:

CGA-VGA-Adapter-Wrong-Connect

Note que as ligações do adaptador acima são diferentes e portanto NÃO irá funcionar conforme desejamos.

Bom, é isso ai. Abaixo segue as fotos do nosso adaptador funcionando no monitor Positivo 563 com o PC-XT.

IMG_0013
IMG_0009

Modernizando com Monitor LCD no PC-XT

 791 total de visualizações,  5 visto hoje

Lista de Interfaces e Dispositivos para MSX

Lista de Interfaces e Dispositivos para MSX

 

Segue para referência uma longa lista de periféricos e projetos não comerciais desenvolvidos para o MSX.

Trata-se de uma lista de interfaces e dispositivos para MSX.

A lista é viva, visto que ainda temos vários esforços de novos dispositivos e que ainda estão sendo desenvolvidos para a plataforma.

 

V9990 Power Graph

Tecnobytes

Unknown

 

OPL4 Shock wave

Tecnobytes

produto_Foto1_6200253

 

Obsonet Ethernet Card

Tecnobytes

obsonet_msx_ethernet_cartridge

 

FM Stereo Sound Card

Tecnobytes

produto_Foto1_6456743
ATA IDE com Memory Mapper 512kb

Tecnobytes

produto_foto1_6200252

 

MSX Serial Card RS 232

ASCII

ASCII_MSX-Serial232_2

 

 MoonSound

Sunrise

3177j3c

 

 OPL4 Sound Card

Dalsori

3177j3c
Midi Interface

Painkilla

 msxmidi1

 

Interface IDE sem Mapper

Tecnobytes

ATA IDE - REDUZIDA

 

Interface IDE sem Mapper Ademir Carchano

ACVS

carchano_ide

 

Nowind – Interface USB MSX/PC

Nowind

nowindc

 

NEOS – MA-20(V)

MSX Version Up Adapter (MSX1 to MSX2), cartridge containing MSX VIDEO V-9938, Video RAM (VRAM) 128kB, RF output, CVBS output, Analog RGB output

NEOS

 Neos_MA-20_Version_Up_Adapter_1

 

Video Card GFX9000

Sunrise

GFX9000_3

 

Interface RS232

Repro Factory

SONY DSC

 

Interface IDE BEER

Repro Factory

beer-ide
Expansor de Slots

Repro Factory

expander-4x-
Expansor de Slots

Supersoniqs

_mg_5775_small

 

Cartucho FM sem saída de som

Repro Factory

fm-paq-lite-with-audio-out
Cartucho FM com saída de som

Repro Factory

fm-paq-lite-with-audio-out=2
Cartucho de Memória Flash para gravação de jogos

Repro Factory

kob-mapper
 Universal Memory Mapper for MSX, MSX2, MSX2+, Turbo-R 1024K Memory Expansion with SN76489AN Sound chip

Repro Factory

 musical-memory-mapper

 

 SD Card drive with CONVOX – For MSX. Mass storage device

Repro Factory

 sd-cartridge-sd-drive
Memory expansion for MSX1, MSX2, MSX2+ and Turbo-R

Repro Factory

msx-memory-mapper-expansion
Cartão de 80 Colunas

Microsol

 carto-80-colunas-microsol-vmx-80-msx-cp-tk-927011-MLB20470381591_112015-F

 

Interface de Drive (floppy disk) DDX

DDX

 msx-cartucho-interface-ddx-para-drive-35-ou-514-615011-MLB20452157446_102015-F

 

 Mini Expansor de Slots

ACVS

 cartucho-para-msx-mini-expandor-de-slots-muito-novo--555211-MLB20503762339_112015-F

 

 Interface para Cartões SD Card com Megaram e/ou Mapper de 512 kb

Fabio Belavenuto / Luciano Sturaro

 cartucho-msx-sd-mapper-megaram-512k-msx-1-2-2-e-turbo-r-903111-MLB20480504291_112015-F

 

Interface RS 232

Cibertron

interface-rs232-p-computador-msx-cirando-videotexto-14053-MLB2910383322_072012-O

 

Interface Light Pen

Sanyo

e09f90f8

 

TM-2 Multi Modem

Gradiente

modem_tm2

 

Modem FS-CM1

Panasonic

Panasonic_FS-CM1_modem_cartridge_8

 

Papel Graphic TP-7

Casio

Casio_TP-7_Graphic_Panel_with_box

 

Video mixing tablet

Pioneer

 DSCF9677
PX-TB7

Graphic tabletPionner

 pioneer_px7_px-tb7_1

 

Panasonic FS-IFA1 & FW-RSU1W

Scanner/Printer interfacePanasonic

 msx_FS-IFA1_FW-RSU1W

 

Ethernet Card DenYoNet

Sunrise

 P1010801

 

USB Game Reader

Sunrise

 Sunrise-MSX-Game-Reader-

 

Bee Card Adapter

Hudson Soft

DSCN2813

 

SCSI Interface Cartridge

HSH

 HSH_SCSI-interface_version_1_front

 

MIDI Interface Cartridge

BIT

 Mu-pack_frontside

 

MSX AUDIO FS-CA1

Panasonic

 RIMG0236

 

Cartridge MSX-Audio HX-MU900

Toshiba

 Hxmu900

 

Cartridge MSX-Audio NMS-1205

Philips

 800px-Philips_Music_Module_NMS-1205

 

Playsoniq

Permite Jogar Jogos Sega Master System II no MSX

Supersoniqs

playsoniqnew31aug

 

FM Stereo Pak

Checkmark

800px-Checkmark_FM_Stereo_Pak

 

 Panasoft FM PAC SW-M004

Panasonic

 SW-M004_cartridge

 

MSX SVI-2000 Robotarm

Braço mecânico controlado pelo MSX via linguagem ROGO (similar ao LOGO)

QuickShot

msxsvi2000c

 

Elehobby – MOVIT2 KA-MV-9505 MSX Wizard

Um Robô programado pelo MSX via Cartucho

Elehobby

 img

 

 Expansor de Slots

Club Gouda

 slotexpander

 

 Midi Pac

Worp3

 midipac

 

 Interface para Teclado PS/2

Pardial

 keyboardinterfacekeyboardinterface2

 

 Memory Mapper 1 MB

MSX Computer Club Gouda

 1mbgouda1

 

 Interface de Floppy Disk 

Uma interface nova com um sistema otimizado e que de quebra ainda possui uma chave para fazer um swap entre os drives plugados nelas sem a necessidade de ficar trocando pelo cabo.

Daniel Ravazzi

$_57 (1)

 

 MSX FPU

Essa placa promete preencher mais uma lacuna que faltava no MSX, o processamento matemático acelerado e separado para ganhar performance.

Mais um produto da Tecnobytes

MSXFPU_PUBLIC

Interface SD/Ethernet/RS232

A placa tem porta Ethernet, leitor de cartão SD e, como se não bastasse, serial RS-232!

Placa criada por Luis Fernando Luca.

interface-sd-luis-fernando-luca

 

Interface + modem Embracom 1200/75 

para VIDEOTEXTO e TELEGAME.
 interface-embracom

Interface para leitura Digital de Reprodutores de Fita Cassete

ORIONSOFT

leitor-fitas-msx

 

Interface Rookie Drive – Emula um disk drive via USB

Lendo arquivos .dsk e roms por pendrive etc… e executando

xavirompe

rookie drive

 

 DOUBLE RAM COM 4 MEGAS

Sensacional essa placa com nada mais nada menos que 4 Megas de memória Mapper ou 2 Megas de Megaram selecionáveis.

Mais um produto da Tecnobytes

DoubleRam_Front

DoubleRAM_Top

 

 SLOT EXPANDER

Um expansor de slotes versátil.

Mais um produto da Tecnobytes

Detalhe led Expansor

IMG_8166

 

HAL Laboratory Handy Scanner HIS-60

Mais informações MSX info Pages

Hal Laboratory

halscan1 halscan8

 

Sunrise MP3 player cartridge with 2 jack connectors: LINE OUT and AUX IN

Sunrise

300px-Sunrise_MP3_player_cartridge 300px-Sunrise_MP3_player_cartridge_topside 300px-Sunrise_MP3_player_PCB

 

MSX SE-ONE MP3 PLAYER / FM TURNER

TMT LOGIC (PROJECT)

MSX-SHOP (SHOP)

SW-ONEB

 

Cartridge MSX PI (MSX Interface with Raspberry PI)

Ronivon Costa

msxpi-03

 

 Interface para Cartões SD Card com Megaram e/ou Mapper de 1Mb

Esse interface é um evolução da primeira, ela aceita configurar megaram e mapper simultâneas ou separadas ou em conjuntos com o cartão SD ou mesmo sem ele. Nota 10.

Fabio Belavenuto / Luciano Sturaro

 

Cartucho MSX com Disk Drive Embutido

O Sakhr FD720 é um cartucho que combina uma unidade
 de disquetes externa de 3,5" dupla face de 720kB

 

USB Mapper

Uma nova interface da Tecnobytes, agora suportando pen drives e

com velocidade extremamente rápida.

 Um produto da Tecnobytes

 

MA-20 BR

Nada menos nada mais do que uma cartucho que faz um MSX1 virar
um MSX 2. Trata-se de uma evolução da MA-20 anterior em que
antes existiam 2 cartuchos para a mesma função, agora com um 
único e bonito visual, diga-se de passagem.
Criação de Luis Fernando Luca.

 

TSXDUINO

É um cartucho para carregar arquivos extraídos de Fitas
Cassete (.CAS) para seu seu MSX.
Criação de Pablo Pablibiris

 

FDCEMU

É um cartucho que emula um floppy disk com cartão SD e
Ainda permite ligar um segundo drive via cabo flat.
Criação de 8bits4ever

 

WOZBLASTER

É um cartucho clone do cartucho Moonsound, mas com aprimoramentos 
como a inclusão de uma SD mapper de 1MB junto.

Criação de Pablo Pablibiris

 

Gravador de EPROM para MSX

Fabricante Blump

 

Expansor de Slots

 Fabricante Incompel

 

AudioWave (MSX-Audio) 

Uma nova interface da Tecnobytes para explorar o MSX-Audio do MSX. Implementa
extensão de comandos no MSX-Basic para utilização de teclado musical, captura
de audio, entre outras características.
 Um produto da Tecnobytes

Multimapper

Cartucho para gravação de jogos e programas via flashrom com capacidade até
2 Mb e configuração do mapeamento do tipo de cartucho ( ascii, konami, etc).
 Fabricado e distribuído por Paulo Maluf

 

Cartridge with Game and RGB Leds

Cartucho com Leds RGB que interagem com o jogo.
 Fabricado e distribuído por Bitlogic, Oxiab Studio e Matra

 

UMJA:    MSX

USB mouse / joystick switch

TMT Logic

 

Expansor de Slots de MSX para o Computador CPC

With this board it is possible to use MSX hardware on the CPC computer. This only applies to hardware that
uses the IO bus of the Z80.

TMT Logic

 

SYMBIFACE III

Caracteristics:

SF3 specs 2.x:
Microcontroller: Cortex -M7 216 MHZ
RAM: 2 MB (SRAM)
“ROM” 2 MB (SRAM)
USB Host Hid Mouse
USB Host Fat32 mass storage device
AUDIO MP3 Player
AUDIO Recorder / VOIP
WIFI IOT WIFI module/HTTP(S)/TLS/SSL/MQTT
RTC +Battery
VU Stereo level indicator
CPC 464 Extern memory hack
JTAG Onboard
MEASUREMENTS Power 5v, ARM temp, RTC batt
SD Card for internal system storage
OLED
BUZZER
TMTNETWORK 2.0

TMT Logic

 

 

GFX-NINE V9990 video card

TMT Logic

 

GR8NET Network + SD multifunctional cartridge

GR8NET is a combo cartridge Multifunctional for MSX with Network as its main function.

GR8Bit

 

Carnivore 2

Multi-function cartridge announced: Carnivore2

Includes CF mass storage, 1Mb RAM, 8Mb FlashROM, MSX-MUSIC and SCC

8bits4ever

 

 

Lista de Interfaces e Dispositivos para MSX

 1,147 total de visualizações,  5 visto hoje

Emulador de Drive no PC-XT

Emulador de disquetes ou drives no PC-XT

IMG_0004

Durante um bom tempo, estive procurando uma forma de transferir arquivos do meu notebook para meu PC-XT de forma fácil. Então, depois de um tempo, percebi que não ia conseguir fazer isso no modo “plug and play”, ou seja de forma transparente, com o que eu tivesse à mão. Assim parti para estudar um pouco como fazer isso.

Tem várias formas para fazer essa empreitada:

  1. Transferência de arquivos via cabo por porta serial
  2. Colocar um drive de 3 1/2″ externo
  3. Usar o drive de 5 1/4″ (já nativos nos XTs)
  4. Usar um emulador de drive

Além dessas opções, existem outras, mas dentro do contexto que eu queria separei apenas essas. Dentre essas resolvi optar por colocar um emulador de drive (a opção 4), pois só ia precisar de um pendrive para fazer a cópia dos arquivos que baixei no meu notebook e colocar/instalar no XT. Além do mais, alguns programas vem em formatos  e imagens de instalação em forma de discos (360, 720, 1.2 e 1.44), para não ter que ficar extraindo, compondo, alterando os arquivos para depois instalar, o emulador de drive seria perfeito para essa compatibilidade.

Bom, a ideia é simples, mas a implementação disso nem tanto.

Primeiro tive que escolher um emulador de drive que servisse para o que eu queria. Dentre os vários modelos disponíveis no mercado resolvi escolher esse aqui:

DSC_0015-e1368930726965

fig. 1: Emulador de Drive 1.44 mb Modelo Sfr1m44-u100k – Frente

DSC_00161-e1368931006772

fig. 2: Emulador de Drive 1.44 mb Modelo Sfr1m44-u100k – Fundo


Escolhi esse porque além de ser fácil de achar, o preço é melhor, as pinagens de 34 vias para plugar o flat cable são padronizadas, a cor para combinar e o mais importante, ele aceita leitura/gravação de discos de alta densidade 1.44mb e os de menores capacidades também (1.2 mb, 720 kb e 360 kb).

No drive, a única configuração é o jumper para escolher entre drive A ou B, para isso basca fechar o jumper da posição DS0 ou DS1 respectivamente. Esse ponto não é critico nesse momento, pois durante os testes você poderá escolher entre um e outro, conforme a sua necessidade. Você pode baixar o manual aqui se precisar.

Bom, agora é plugar o cabo flat de 34 vias na controladora de disco e no emulador de drive, ligar a alimentação e pronto.


emulador-com-cabos

fig. 3: Emulador de Drive já com os cabos de energia e dados


IMG_0007

fig. 4: Cabo Flat já conectado na controladora de discos


Ou quase pronto 🙂 foi o que eu pensei também. Mais a frente vamos ver o porque disso, antes vamos preparar o pendrive particionado com os discos para testarmos.

Agora é preparar um pendrive com as imagens de disco:

Para isso precisa baixar o software da IPCAS para formatar o pendrive em 100 partições (100 discos).

1. Passo: Após instalar o IPCAS, plugue seu pendrive. Se tudo estiver certo, vai aparecer somente os drives removíveis no software (exemplo abaixo drive F:)

tela1

fig. 5: Tela principal do IPCAS


2. Passo: Clique com o botão direito no drive F ou vá ao menu USB Flash Drive e escolha a opção Format. Na tela que aparece marque as opções conforme a tela abaixo:


tela2

fig. 6: Tela de formatação com as opções de densidade de 1.44mb e 100 discos


3. Passo: Clique em Begin to format


tela3

fig. 7: Tela do IPCAS formatando o pendrive


Passo 4: Depois de formatado, o software já criou 100 partições ou 100 disquetes para você usar conforme a figura abaixo:


tela4

fig. 8: Tela do IPCAS com pendrive já particionado e formatado com 100 discos


Note que todos foram formatados como 1.44 mb e estão vazios.

Agora vamos mudar apenas um deles com outro tamanho.

Clique com o botão direito na partição que você quer alterar e escolha a opção format (escolhi a primeira 000).

Configure a tela conforme visto na figura abaixo:


tela5

fig. 9: Tela para formatarmos apenas 1 discos


Depois de formatado olha como fica a partição 000.

Ficou com o tamanho de 720kb e com 19% utilizado, essa utilização foi porque ele criou os arquivos de sistema do DOS 6.22 (command.com, config.sys, io.sys), conforme escolhi na tela acima.


tela6

fig. 10:  Tela mostrando o resultado do disco 000 formatado com 720 kb e com 19% de utilização


Passo 5 e último: Para copiar arquivos nesses disquetes virtuais, bastar dar um duplo clique na partição que você quiser. Isso vai abrir a tela do explorer mostrando o conteúdo dessa partição. No exemplo abaixo cliquei na partição 009 que por sinal está vazia. Agora é só copiar os arquivos que desejar e pronto.


tela7

fig. 11: Tela com windows explorer com o disco 009 escolhido por nós para copiar nossos arquivos


Outra forma é clicar com o botão direito na partição que você desejar, escolher a opção Read e na tela que se abre escolha um arquivo de imagem de disco (.img) selecione e pronto. Isso vai gravar a imagem do disco prontinha na partição.


Bem legal né.


Continuando…..


Agora com nosso pendrive pronto e com o emulador plugado, vamos aos testes.

lembra quando falei que parece que estava tudo ok. Não estava, pois no primeiro DIR que dei no disquete apareceu isso ai ó.


erro no acesso ao drive a

fig. 12: Primeiro acesso ao drive A: depois de plugar tudo


Isso ocorreu pelo seguinte motivo, a controladora de discos original do PC-XT só acessa discos de 360kb ou 720kb. Mas eu criei várias partições no pendrive de 1.44mb. Então como fazer? Tenho uma boa e uma má notícia:

A má notícia é: Precisa substituir sua controladora de discos.

A boa notícia é: É mais fácil de se encontrar controladoras de PC-ATs do que as usadas em PC-XT

Substituí a controladora com uma que funciona em PC-ATs, como essa da foto ai embaixo:


antiga-placa-controladora-ide-barramento-isa-rara-coleco-14871-MLB20091362633_052014-F

fig. 13: Placa controladora de discos para PC-AT 8 e 16 bits


Note que o barramento é suporta tanto 16 bits quanto 8 bits. Mas se o barramento do PC-XT é de 8 bits, como vai funcionar. Simples, se você verificar o barramento na placa ela está dividida como se fosse uma extensão da mesma, então você vai plugar apenas a parte da frente da placa, a parte de trás fica solta mesmo. Veja a foto abaixo:


IMG_0007

fig. 14: Placa controladora de discos plugada no barramento de 8 bits apenas


Essa placa tem várias vantagens, além de permitir que possamos plugar nosso drive de 1.44 (tanto o emulador de drive quanto um drive comum de 3,5), ela ainda nos disponibiliza conexões para porta serial, paralela e de joystick, além de um conector para HD sem ser esse maldito padrão MFM que vem nos PC-XTs (a conexão com o HD ainda não testei, se testaram podem comentar para ajudar outros).

Legal, agora sim já posso utilizar meu emulador de drives?

Ainda não, estamos quase lá, falta o pulo do gato 🙂

Acontece que a BIOS do PC-XT não suporta gerenciar os drives de alta densidade (1.44 mb) adequadamente. Putz, e agora?

Tudo tem solução menos a morte :).

Existe um software chamado 2M-XBIOS, ( pode ser baixado aqui )que pelo que etendi é uma extensão da BIOS do XT para tratar controladoras de discos, ou seja, adequa algumas características da mesma para suportar drives de alta densidade.

Resolvi experimentar.

 

Para usá-la, basta colocar a seguinte linha no seu CONFIG.SYS:

DEVICE=2M-XBIOS.EXE  A:4   B: 1  /13


Os parâmetros do drive A e B estão descritos na tabela abaixo

Tamanho Numero Observação
360K 1
1.2M 2
720K 3
1.44M 4
2.88M 5 Precisa de uma controladora que suporte ED (1 Mbits/s transfer rate)

No exemplo da linha do CONFIG.SYS estamos dizendo que o drive A suporta 1.44 mb e o drive B (normalmente o drive de 5,25 que já vem no XT) suporta 360kb.

 

Esse software só permite que se controle 2 drives, mesmo que o XT possa ter até 4 drives disponíveis. Mas falando sinceramente, 2 é mais do que suficiente para o que pretendemos.

Continuando…. agora basta reinicializar a máquina (sempre reinicie a quente, desliga mesmo a máquina para todos os seus testes) e a seguinte mensagem deverá aparecer durante o processo de boot.

 2M-XBIOS 1.3 installed on A:360K B:1.44M [INT 13h]


Agora sim, você já pode criar sua pasta no drive A, formatar, copiar ou o que sua imaginação inventar.


IMG_0013

fig. 15: Nosso emulador funcionando (detalhe, pedi para ler um disco formatado com 720kb)

 

Obs: Se precisar dar um boot por esse disco não vai funcionar, pois o arquivo 2M-XBIOS.EXE está no drive C e esse emulador de discos é de 1.44mb, então a controladora não vai trabalhar direito com ele, como explicado no artigo.

 

Atualização 21/08/2018:

Uma atualização que achei muito bacana. Hoje troquei esse drive acima por um de modelo SMUFSSV@1104. Esse modelo de drive da gotek funciona com várias outras densidades além de 1.44 Mb. Então para configurá-lo, retire todos os jumpers e só feche o J9 para funcionar em 1.44 Mb. Mais detalhes nesse arquivo: [download id=”1813″]. Um outro ponto, muito interessante e, que não tinha conhecimento é que ao invés de usar o 2M-XBIOS.EXE, é possivel usar a diretiva DRIVPARM  no arquivo CONFIG.SYS do MS-DOS, ele faz o mesmo papel de setar as configurações do drive e, diga-se de passagem, funciona muito bem. Basta colocar a linha DRIVPARM=/D:0 /F:7 dentro do arquivo CONFIG.SYS para setar o drive A: com 1.44 Mb. Mais detalhes sobre o funcionamento dessa diretiva nesse documento:

SOBRE A DIRETIVA DRIVPARAM

 

Fim da Atualização

Um detalhe que não está totalmente relacionado com nosso tutorial mas que quero registrar e que pode ser um salva vidas para muitos. Se você já tentou instalar um emulador de drive de 720kb por exemplo (muito utilizado em MSX), vai verificar que funciona parcialmente. Porquê? Faça o seguinte, vamos criar uma pasta no drive A, para isso digite:

a:\> md pasta1 <enter>
c:\> a: <enter>

espere a luz do drive apagar e digite

a:\> dir

Ué cade a pasta. Então, não criou, mesmo não dando nenhum tipo de erro. Isso acontece para qualquer operação que você tentar fazer no disco, pode até formatar que não vai dar erro e no final quando der um DIR vai encontrar o disco intacto :).

Conclusão: Não funciona, seu drive vai ficar somente como leitura, pelo menos foi isso que aconteceu comigo.


Bom pessoal, o artigo ficou um pouco extenso, resumi o que pude, mas o procedimento tem muitos detalhes que são necessários para funcionar adequadamente.


Por favor, comentem seus testes e se tiverem mais dicas a acrescentar para todos, será bem vindo.

Até a próxima.

emulador de disquetes ou drives no pc-xt

 882 total de visualizações,  4 visto hoje

Mouse Serial no PC-XT

Depois de muito tempo tentando adquirir um PC-XT, finalmente consegui e de quebra, consegui 2 ao invés de 1.

Configuro para lá, configuro para cá, garimpando várias informações para entender essa arquitetura antiga, além de procurar placas para completar o máximo possível o kit, consegui fazer os 2 funcionarem direitinho.

Mas nunca está bom, acho que é isso que deixa o hobby de retro computação tão legal.

Queria colocar um mouse nos danados.

Assim vamos a odisseia de plugar um simples mouse num PC-XT.

Primeiramente o PC-XT não tem saídas mini dim (encontrados até pouco tempo em PCs normais) e nem tão pouco USB, aliás essa tecnologia nem existia na década de 80.

A comunicação com um mouse era serial mesmo (RS232).

Putz, serial? Então preciso de um mouse serial para funcionar? Sim, isso mesmo, é isso aí.

Colocando um Mouse Serial no PC-XT

 

Mouse Serial RS232

 

fig 1 – Mouse Seria com conector DB9

 

Bom, encontrar mouses seriais em 2014 não é tão difícil quanto se possa imaginar, é só procurar no ML ou em sites de produtos para informática que você encontra, inclusive novos e na caixa.

Legal, comprei o mouse, aliás, compreis 2, um para cada PC.

Com os mouses na mão, achei que era só plugar e beleza. Amargo engano… 🙁

Os conectores dos mouses que comprei eram do tipo DB9 e o conector que o PC-XT disponibilizava era DB25.

IMG_0477

 

fig. 2 – Conector DB25 serial (mais ao centro) na parte trazeira do PC-XT 

 

 

db25-db9

 fig 3 – Pinagem de Conectores DB25 e DB9

 

db25comcapa

fig 4 – Conector DB25 FÊMEA com CAPA

 

DB9M.1

 

fig 5 – Conector DB9  MACHO com CAPA

 

Porque isso? É que os primeiros mouses para o PC-XT vinham com o conector DB25, somente mais tarde é que foram feitos para os conectores do tipo DB9.

MOUSE GENIUS GM-6

fig 6 – Antigo Mouse Genius  com conector DB25  FEMEA

O que fazer então? Afinal queria um mouse no XT.

Comecei a pesquisar e imaginar que se um mouse serial que se comunicava por um conector DB25 poderia muito bem se comunicar por um conector DB9.

Assim, encontrei 2 soluções para o problema:

– Primeira opção: Usar uma placa serial que possua o conector DB9

$_57 placa_serial_xt

 

fig 7 – Placa Serial ISA 8 Bits, com um conector DB25 e um conector DB9

Segunda opção: Construir um cabo de DB25 para DB9 (Sim, sim, sim, é perfeitamente é possível).

Bom, na primeira opção, apesar de ser mais simples, fica mais caro e mais complicado para encontrar (teria que achar e comprar duas placas).

Assim, decidi pela segunda opção, visto que são componentes bem fáceis e baratos de se encontrar, além, é claro, do desafio. 🙂

Decidido o que iria fazer, então agora era só colocar a mão na massa e montar o cabo.

Bom, chega de blá, blá, blá, vamos a confecção do cabo.

O esquema que testei e que funcionou perfeitamente foi esse:

 

db9_25_converter

 

fig 8 – Esquema de ligação dos pinos entre conectores DB25 e DB9

 

Conexão dos Pinos para Conversão entre DB25 e DB9

DB9 DB25 Função
1 8 Data carrier detect
2 3 Receive data
3 2 Transmit data
4 20 Data terminal ready
5 7 Signal ground
6 6 Data set ready
7 4 Request to send
8 5 Clear to send
9 22 Ring indicator

 

Mais detalhes sobre comunicação serial RS232 pode ser encontrados no site Lammert Bies. 

 

Material necessário para fazer o cabo.

 

  • 01 Conector DB9 MACHO com capa
  • 01 Conector DB25 FÊMEA com capa
  • 20 a 30 cm de cambo manga com pelo menos 9 vias (9 fios)
  • 01 Ferro de solda
  • Solda de boa qualidade
  • 01 Lupa de Mesa Articulável (OPCIONAL)

 

A lupa de mesa articulável é opcional, mas por experiencia própria, ela vai ajudar muiiiiito na hora de soldar os fios nos conectores.

 

lupa-de-mesa-articulavel-garras-jacare-lente-aumento-e-pinca

 

fig. 9 – Lupa de Mesa Articulável

 

O cabo manga é aquele cabo com vários fios dentro, que vai servir para ligar cada pino dos conectores.

 

sk_0680_28_14205_g

 fig. 10 – Cabo Manga 10 vias

 

Uma dica: Se você tiver aquele cabo de impressora paralela ou matricial, pode usar sem medo, pois é o mesmo cabo.

 


caboimpressora

 

fig. 11 – Cabo para impressora matricial

O Cabo Pronto

 

 

No final, o cabo deve ficar com esses 2 conectores conforme a figura abaixo.

 

IMG_0476

 

fig 12 – Cabo DB25 para DB9 

 

 

Um detalhe importante: No meu caso utilizei um conector DB25 do tipo Fêmea, mas pode ser que seu XT ofereça um conector Fêmea, nesse caso você teria que utilizar um conector DB25 do tipo Macho, ok.

 

 

Testando nosso cabo

 

 

Agora é só plugar o cabo, ligar o PC e testar se o mouse será reconhecido.

 

Na linha de comando do DOS digite MOUSE (software mouse.com que faz parte do pacote do DOS).

 

C:/>MOUSE

 

Se tudo correr bem vai aparecer a seguinte mensagem:

 

IMG_0478

 

Pronto, tudo perfeito.

Para finalizar nosso trabalho é legal colocar o comando mouse.com no autoexec.bat ou no config.sys para que o driver seja instalado na inicialização do computador.

 

AUTOEXEC.BAT

LH C:\DOS\MOUSE.COM

ou

CONFIG.SYS

DEVICE=C:\DOS\MOUSE.SYS

 

 

Bom é isso ai. Até o próximo post pessoal.

 1,205 total de visualizações,  5 visto hoje

Monitor Commodore 1084 no PC-XT

Olá pessoal. Hoje tenho mais uma dica (Monitor Commodore 1084 no PC-XT) de monitor que serve perfeitamente no PC-XT. Infelizmente esse monitor não é novo, porém é um monitor tão bom e completo que vale um artigo.

O monitor que estamos falando é o Commodore 1084 (mais especificamente o 1084D e o 1084S), trata-se de um monitor colorido CRT (ou de tubo) fabricado entre os anos 80 e 90.

 

Commodore_1084-D_www.rabayjr.com
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

 

Sei que não é um monitor facinho de achar, mas sempre aparece algum para vender no Mercado Livre ou OLX das mãos de colecionadores e retro-entusiastas.

Na minha opinião vale muito a pena possuir um.

Eles são bem construídos, tem uma qualidade superior de imagem, tem várias entradas, possuem som interno, etc.

 

IMG_20110221_000152
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

IMG_20110221_000157
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

 

Eles foram produzidos inicialmente para o Commodore Amiga, mas servem para quase todas as nossas máquinas retrô já que são multisync. Nesta lista inclui-se MSX, ZX Spectrum, PC-XT, etc.

Não vou me ater a colocar nesse artigo a especificação técnica desses monitores, para isso peço que acessem esta página com informações detalhadas sobre cada monitor commodore.

Também deixo aqui um link para baixar o [download id=”884″] e o [download id=”886″], ambos trazem informações adicionais para vocês realizarem seus projetos.

Bom, mas o que é necessário para colocar esse monitor no PC-XT? Simples, apenas um cabo.

Como é esse cabo? Você vai precisar dos seguintes materiais para fabricá-lo:

1 Conector DB-9 Macho (esse conecta na placa cga do PC-XT)

1 Conector DB-9 Femea (esse conecta no monitor 1084)

Conectores DB9 Macho e Femea
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

2 Capas para os 2 Conectores

cabos-conectores-adaptadores-en-acessorios-pc-353211-MLB20502980719_112015-Y
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

1 metro cabo 8 vias (pelo menos) –  Cabo Manga 8X26 AWG BT

cabo_manga_vias_blindagem_1_1_1
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

(solda, ferro de solda, etc)

Um detalhe, esse cabo é para monitores que possuem uma entrada VGA 9 pinos, pois existem alguns monitores que possuem pinos DIM e outros ainda, SCART. De qualquer forma esse artigo já dá uma base para fazer o cabo para esses outros conectores.

O esquema de ligação é um dos mais simples, pois é basicamente 1 para 1 na ligação dos pinos:

CGA = Color Graphics Adapter

Videotype: TTL, 16 colors (também conhecido como IBM RGBI). (15.75 KHz – 320×200 or 640×200)

 

PINO MONITOR 1084 PC-XT

DESCRIÇÃO

1 GND GND Ground / Terra
2 GND GND Ground / Terra
3 R R Red / Vermelho
4 G G Green / Verde
5 B B Blue / Azul
6 I I Intensidade
7 RES N/C Reserved/Não Conectado
8 HSYNC HSYNC Horizontal Sync 
9 VSYNC VSYNC Vertical Sync

 

Vamos à construção:

 

20160519_112747
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

20160519_112834
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

20160519_112539
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

20160519_113211
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

20160519_113118
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

20160519_112552
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

Uma dica: Quando for soldar os terminais, sempre coloque solda em todas as pontas dos fios  e também nos terminais dos conectores ANTES.

Depois é só soldar, isso deixa o trabalho beeemmm mais fácil.

Outra coisa, a malha que conforme as fotos deixei enrolada, solde na carcaça do conector, assim fica tudo bonitinho e funcional.

Um último ponto, os terminais DB-9 tem o número dos pinos marcados na parte plástica, se não enxergar, utilize um lupa para visualizar melhor. É muito importante que os conectores sejam soldados nos pinos certos ok.

Com o cabo pronto plugue o mesmo no monitor (DB-9 femea) e no PC-XT (DB-9 macho).

Coloque a chavinha, localizada na traseira do monitor, no modo Digital ou RGBI.

E por fim, no painel da frente do monitor tem uma chave mais a direita (bem no comecinho), coloque-a no modo RGB.

 

Cabo-db9-rs232-macho-femea__16531_zoom
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

 

Agora é curtir o computador no seu melhor estilo retrô.

 

20160519_182458
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

20160519_182515
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

20160519_182531
Monitor Commodore 1084 no PC-XT

 

Até a Próxima!

 692 total de visualizações,  2 visto hoje

Organizando o Som de Suas Máquinas Retrô

Organizando o Som de Suas Máquinas Retrô – Estava meio cansado ($$$) de comprar caixinhas de som para cada máquina de minha coleção. Além de começar a pesar no orçamento, cada uma tinha que ligar na energia, cada uma tinha seu espaço em cima da mesa ou bancada, isso sem falar no nosso martírio eterno que é a fiação envolvida.

Comecei a procurar uma solução que melhorasse um pouco esse cenário, visto que jamais iria colocar todas as máquinas tocando algum tipo de som ao mesmo tempo (jogos, demos musicais, etc.).

Encontrei 3 soluções viáveis:

A primeira é uma mesa de som

th524V39TW
Organizando o Som de Suas Máquinas Retrô

 

A segunda é usar um Receiver

 

71VmpL-ILGL._SL1500_
Organizando o Som de Suas Máquinas Retrô

81R+aofrCLL._SL1500_
Organizando o Som de Suas Máquinas Retrô

A terceira é um chaveador de áudio e vídeo

 

chaveador-seletor-de-video-e-audio-composto-rca-av-41-14790-MLB4243980581_052013-O
Organizando o Som de Suas Máquinas Retrô

chaveador-seletor-de-video-e-audio-composto-rca-av-4x1-13990-MLB4298077093_052013-O
Organizando o Som de Suas Máquinas Retrô

As três soluções tem suas vantagens e desvantagens.

A mesa de som tem um controle maior sobre cada componente ligado a ela, podendo equalizar, realizar fade no som e muito mais.

Assim como o Receiver, que tem diversas entradas, chaveamento digital, amplificador, etc.

Para a necessidade que tinha, achei as duas primeiras soluções muito caras e iria precisar de um espaço maior na bancada.

Então optei pela terceira solução, utilizar um chaveador de áudio e vídeo.

As vantagens são obvias, o tamanho do aparelho é pequeno, não requer energia adicional, é uma solução barata e resolve meu problema.

A desvantagem é não ter as comodidades e recursos avançados de áudio ou video que as duas primeiras soluções dispõem.

No final ao invés de 4 máquinas com 8 caixas (4 pares) e 4 pontos de energia a mais, fiquei com apenas 1 par de caixas ativas (amplificadas) ligadas.

Nem preciso dizer que limpou a área.

Para terminar o artigo, coloque aqui alguns cabos e adaptadores que serão úteis na organização de suas máquinas.

 

cabo-2-2-rca-1-5-mts-niquelado
Organizando o Som de Suas Máquinas Retrô

14333-MLB3971738902_032013-F
Organizando o Som de Suas Máquinas Retrô

cabo-3-rca-1-p2-stereo-4c-p-dvd-automotivo-tv-de-led
Organizando o Som de Suas Máquinas Retrô

1_plug
Organizando o Som de Suas Máquinas Retrô

 

 

etiquetas_organiza_fios-08
Organizando o Som de Suas Máquinas Retrô

 

 

Fica aí a dica.

 

Organizando o Som de Suas Máquinas Retrô

 363 total de visualizações,  3 visto hoje

Reparação da Película do Teclado do MSX

Estava lá com um tempinho livre e vamo que vamo matar a saudade do meu Sony F1XV.

 

Sony_HB-F1XV_11

 

 

Joguei um pouco de Zanac e depois fui almoçar, afinal era um sabadão e eu estava morrendo de fome.

Assisti um pouco de TV e depois de umas 3 horas voltei para mais uma partida, pois o MSX ainda estava ligado.

Joguei mais um pouquinho e depois fui navegar entre os aplicativo que tinha. Uma surpresa! Estava digitando CD  MM207 (O diretório do Multi Mente) e não entrava, olhei com mais atenção e vi que a digitação estava CD MM20 (CADÊ O 7?).

Ai veio a tristeza, a tecla 7 não estava respondendo.

Não pensei duas vezes,  comecei a abrir a máquina para verificar a película do teclado, afinal os contatos ficam lá.

 

Para fazer isso você precisa de alguns materiais básicos:

  1. 1 Chave Phillips Grossa (abertura da carcaça da máquina)
  2. 1 Chave Phillips Fina (abertura do teclado)
  3. 1 Multímetro
  4. 1 Frasco de Tinta Condutiva de Prata
  5. 1 Pincel 00 (Bem fino, tipo os que são usados para artesanato) (opcional)
  6. 1 Lupa (opcional)
  7. 1 Pedaço Fita (A mesma usada para pintura) (opcional)

 

Removi os parafuso da carcaça e retirei-a, depois removi o teclado para desmonta-lo e verificar a película.

Nesse ponto, já começa o cuidado ou carinho (como preferirem) que se precisa ter ao desmontar sua máquina.

Para tirar o teclado da placa principal, tem que soltar um cabo flat que na realidade já é a película do teclado, portanto MUITO CUIDADO, pegue pelas duas extremidade (direita e esquerda) e puxe devagar.

 

DSC_0066

 

DSC_0069

 

Fig. 1 e 2 – Cabo Flat (que já é a película)

 

Pronto, já retirou o teclado, agora só precisa desmontá-lo. Com uma chave Phillips bem fina é só ir retirando os parafusos (tem vários, mas é isso mesmo).

 

DSC_0071

Fig. 3 – Teclado ainda com parafusos para ser desmontado

Pronto, agora você já consegue ver a película. No meu caso, o problema era na tecla 7, então verifiquei qual era o contato que pertencia a essa tecla e estava lá a trilha rompida. Como essas trilhas são muito fininhas, é bom usar uma lupa para verificar. Fica mais fácil.

 

DSC_0077

Fig. 4 – Película do Teclado

Outra coisa, use o multímetro para verificar de um ponto para o outro se está conduzindo 100%, pois depois que consertei a tecla 7, alguns dias depois vi que a tecla DEL às vezes parava de funcionar (ela e um conjunto de algumas outras que se conectavam nas mesmas trilhas) , conclusão tive que abrir novamente para arrumar.

Continuando… Blz, achei onde estava o problema de rompimento, conferi com o multímetro de um ponto a outro em relação aquela trilha e realmente não estava conduzindo, agora como consertar?

Dei uma procurada no que existia para esse fim e achei uma tinta condutiva de prata, pois não dá para usar um ferro de solda nessa película. Pelo que tinha lido funcionava bem, mas só testando mesmo né. Então comprei para experimentar.

tinta-condutiva-prata-furo-metalizado-em-circuito-impresso-14061-MLB4532929525_062013-F

 

Fig. 5 – Frasco de Tinta Condutiva de Prata 5 ml

Com a tinta em mãos, comecei por sacudir o fraquinho de tinta para misturar bem. Quando abri o frasco, vi que era literalmente uma tinta e dava para perceber uns grãozinhos brilhantes nela, imagino que seja a prata :).

Esse frasquinho vem com um pincel junto, mas achei muito grosso para passar nas trilhas, de qualquer forma eu usei esse mesmo, ficou como na foto mais a direita, meio borrado. Antes de aplicar raspei, com um bombril preso num palitinho de dentes, sobre o parte que estava rompida (COM CUIDADO), pois a tinta precisa pegar nos contatos da trilha dos 2 lados. Apliquei uma gotinha (ou uma gotona – depois que vi que precisa colocar beeeemmm pouquinho mesmo) e pronto.

Beleza, ai foi só esperar secar. Leva no mínimo de 15  a 24 horas para secar, nem adianta ficar medindo com o multímetro para ver se está conduzindo, porque não conduz até que a tinta esteja seca. Então deixa lá no canto, e vai fazer outra coisa, até esse tempo passar, ok.

Pronto, secou. Quando medi, vi que conduzia 100%. Legal fiquei animado. Remontei o teclado e show, funcionou perfeitamente.

 

DSC_0073

Fig. 6 – Tilhas já pintadas com a tinta condutiva (correção da tecla 7)

 

Bom, achei que tudo tinha acabado, então 1 semana depois, vi que a tecla DEL e algumas outras estava com o mesmo problema (tenho mania de deixar o computador ligado pelo menos umas 4 horas).

Desliguei a máquina e só fui olhar novamente no outro dia e olha que estranho, estava funcionando. Achei que era algum software que estava conflitando. Deixei a máquina ligada para testes. Depois de umas 4 horas, novamente as teclas pararam.

Não quis nem saber, abri de novo a máquina e comecei a verificar a película do teclado. Vendo e revendo as trilhas com a lupa, não vi problema algum, nesse momento resolvi medir com o multímetro. Foi aí que vi que a condução de um ponto a outro estava a 50%  do que deveria, então só podia ser ali o problema.

Continuei nesse caminho, fui medindo de ponto a ponto a partir do contato da tecla DEL para ver onde caia a condução (uma dica é colocar a ponta de prova no ponto da tecla que falhou e a outra ponta de prova no final que fica no cabo flat, de cara já vai ver que a condução está menor).

Sabendo que caminho está com problema é só ir medindo de contato a contato daquela trilha até achar a parte que está com baixa condução.

Assim que achei o pedaço que estava ruim, nem perdi tempo em querer raspar a trilha toda, achei muito perigoso, podia danificar a película. Então resolvi passar a tinta condutiva por cima mesmo do plástico, seguindo a trilha, é claro.

Para isso colei uma fita (pode ser essas que usam para pintura mesmo, de papel, que tem pouca cola) de cada lado da trilha com defeito, ficando exposto só o rastro da trilha mesmo e, passei a tinta condutiva.

Pronto depois que secou ficou perfeito, estava conduzindo 100%, pois era uma tilha nova.

 

DSC_0076

Fig. 7 – Trilha que afeta a tecla DEL e outras no mesmo ramo já refeitas com a tinta condutiva

 

 

Fechei o teclado, a máquina  e fui testar. Voilà! Tudo funcionando, nada de tecla falhando mais.

Só mais dois detalhes para comentar:

– Não tem que pitar sobre o contato onde a tecla tem contato, é só pintar até encostar nela, mas precisa encostar, ok.

– Acredito que quando o computador fica ligado por um tempo prolongado (falando especificamente desse modelo de MSX), o calor deve afetar a película do teclado. Tenho 2 modelos de MSX 2+, um Panasonic e um Sony. A fonte do Sony aquece mais e chega a aquecer até o cartucho que fica no slot 1. Por isso minha teoria.

 

Bom pessoal, é isso aí, espero que essas dicas ajudem vocês a cuidar do seu precioso MSX.

 

Até a Próxima.

 

 416 total de visualizações,  2 visto hoje